Leptoniando: Toda computação é sempre física

25 08 2010

Seja C, C++, Python, Java, Ruby ou Brainf*ck, independente de sua linguagem preferida, durante a análise léxica, sintática, semântica, geração do código executável ou em qualquer outra operação, na execução de programas, independente da arquitetura de run-time e dependência que ela tenha, seja instruções bare-metal ou dependente de algum sistema operacional, rodando na CPU de um ignorado microcontrolador presente em seu relógio, celular ou na CPU do seu idolatrado (ou cobiçado) notebook ou nas células de uma cloud computing, não há o que discutir, a computação é sempre um fluxo de partículas, sejam léptons do tipo elétron ou bósons de calibre como o fóton. Tudo bem que seja por influência de algum fenômeno eventualmente não se comportam como nós esperamos, porém sabendo disto determinamos faixas de tolerância e assim os mal comportados acabam sendo desprezados e vamos levando a vida praticamente sem perceber estes rebeldes e a física flui, ou tenta, nos favorecendo neste admirável mundo computacional.

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Lei de Stigler, ressaca de pan-galactic gargle blaster, a vida, o universo e tudo mais

18 01 2010

Epónymos era a figura que atribuía o nome a uma cidade na grécia clássica.  Eponímia é o nome que dela deriva.  Este conceito generalizou-se ao batismo de  técnicas, objetos, atributos, invenções seja por vias diretas ou indiretas, sendo considerada a forma suprema de reconhecimento da atividade de um pesquisador.

Quando eu era adolescente e morava lá em Santa Fé do Sul (proporcionalmente 105.18 Km mais distante de São Paulo e 3.7840092199092412 vezes menor que Barbarcena)  numa época em  que eu realizava um curso técnico em eletrônica,  com grande  freqüência eu conversava com o (bom amigo) Batata sobre física, eletricidade, válvulas raras, RF, a vida, o universo e tudo mais; num destes bate-papo logo após uma desopilação hepática  ele me comentou que quem deveria ser creditado pelo invento do rádio deveria ter sido o Padre Landell, um gaúcho que foi  padre católico e um notável inventor e não Marconi ; físico italiano que plagiando estudos apresentandos pelo Nikola Tesla em 1899 apresentou ao mundo que Pe.Landell já havia apresentado em 1893 para um pequeno público no bairro de Santana em São Paulo e depois em Campinas. Anos depois, descobri que as referências históricas disponíveis sobre elas não são satisfatórias para fins documentais; o que mostrou mais uma vez que não basta fazer, documentar é tão fundamental quanto a realização. Também foi o Batata que me revelou que o verdadeiro inventor do telefone teria sido Elisha Gray e não Alexander Graham Bell, quando eu solicitei suas “fontes” ele sacou de seu arquivo duas revistas  Saber Eletrônica que relatavam estes fatos.  Quando terminei de ler os artigos comentei: “Isto sim é pilantragem” e o Batata soltou uma que (na época)  eu  não entendi:

“Isto sim é a apoteose da irresponsabilidade consciente”  e tomei nota desta frase  na hora,  pois achei um “insight” muito inspirado…

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Droplet: Um Twitter & Google Reader em C++ para Arduino

30 11 2009

 

Esbarrei com este projeto que achei bastante interessante, como um link às vezes é mais verboso do que mil palavras:

Droplet

 





Debriefing do Seminário C & C++ para Sistemas Embarcados 2009

16 11 2009

Neste 14/11/2009, o portal Embarcados e o grupo C & C++ Brasil com a produção da Tempo Real Eventos realizou, no Hotel Century Paulista em São Paulo, a edição 2009 do Seminário C & C++ para Sistemas Embarcados. Mais uma vez esta foi uma experiência extremamente gratificante,  principalmente pela satisfação que alguns colegas, amigos e o público em geral demonstraram durante o desenvolvimento do seminário e pós sua realização.

O DQ, da Tamid, realizou em seu blog algumas notas e abaixo segue alguns comentário que não representa nem 1% do que foi o seminário:

– O evento iniciou com uma palestra sobre Interfaces de Periféricos com Microcontroladores em C do DQ, que mostrou-se um excelente conteúdo para um Hands On com o subtítulo de “21 formas de piscar um led com linguagem C em vários microcontroladores”! 😛

– Na sequência foi a palestra do Luiz Barros, sobre Otimização de C++ para Sistemas Embarcados, que foi bem interessante e acabei em vários momentos dando meus pitacos, curiosamente mais uma vez confirmei que em aplicações com a plataforma SH4, C++ tem sido amplamente utilizado, durante o evento desenvolvedores de cinco empresas deram este feedback para mim.

– Durante o almoço, entre bits e bytes, conversamos de flamewares (e lembrei da lei do ricbit), assembly vs C++, surgiu a conversa de um projeto que me relataram muito inusitado de um sistema, onde… bom, deixa eu voltar para os relatos do seminário! :^p

– Após o almoço, o Alessandro Cunha, da TechTrainning, apresentou uma palestra que foi muito pontual tanto no assunto quanto no tempo consumido. Nos primeiros contatos com ele, fiz uma sugestão besta de tema e ele conseguiu extrair algo de bom da besteira que apresentei e formatou uma obra prima: Projetando Sistemas Embarcados com Baixo Consumo de Energia, com dicas preciosas que cativaram o público.

E encerrando o conteúdo técnico do seminário,  o Luiz Barros desmistificou o “Desenvolvimento de Device Driver para GNU/Linux”, derepente surgiram algumas pessoas no evento e quando fui conferir descobri que elas vieram apenas para ver esta palestra, alguns até começaram a dizer que perderam o medo do device drivers development. Particularmente nunca tive medo, porém device driver & kernel development é uma arte negra…

Anteriormente ajudei a enumerar 17 formas de acender um led e derepente, não mais que derepente, fez-se a teatralização da piada:

– “quantos engenheiros são necessários para acender um led”

do qual eu participei desta teatralização como coadjuvante, no qual entrei mudo e sai calado e depois me disseram que a resposta seria:

–  “um de hardware, um de firmware e um de software” (tsc)…

Mas o Alessandro Cunha foi além e pensou em escrever o livro 2001 formas de acender um led, mas nem só de led foi o seminário! Houve CAN, RS232, SPI, microcontroladores, C, C++ e felizmente tive a oportunidade rever alguns amigos e realizar alguns contatos preciosos. Particularmente fiquei feliz que uma sugestão que eu dei a Microgênios foi levada a sério e hoje eles também estão produzindo e comercializando a plataforma Arduino no Brasil, assim como troquei figurinhas  sobre os bugs da BeagleBoard com o Luis Barros, conheci um pouco mais sobre a plataforma Tower com vários colegas, vi uma apresentação de uns alunos do Dado, numa EVDK Luminary,  de uns jogos desenvolvidos em eLua que poderiam seduzir muitos aficcionados em jogos; entre muitas outras conversas.

Finalizando oficialmente evento, realizamos um sorte de brindes oferecidos por Texas Instruments, Freescale, Atmel/Kobama, Editora Erica, Tempo Real Eventos, Agit Informática e Microgênios, onde as fotos dos ganhadores podem ser vistas aqui.

Mais uma vez, fui um dos primeiros a chegar no local e um dos últimos a sair do happy hour, que aliás, como sempre, foi uma extensão do evento e o início da organização dos próximos eventos.

Namastê!!!





eLua: Embedded Systems no mundo de Lua

6 12 2008

    Em 1996 eu fiquei extremamente feliz quando recebi minha edição da Dr.Dobbs e vi um artigo escrito por brasileiros chamado “Lua: an extensible embedded language”, confesso que fiquei tão surpreso que acabei comentando com vários colegas sobre o artigo e sobre esta linguagem que eu já tinha ouvido falar mas não conhecia ainda e acabei ficando com o estigma de ser o “cara do Lua” por alguns meses. Oito anos depois, ao encontrar um colega de faculdade ele veio me perguntar se eu “ainda” programava em Lua.

    Após 11 anos, tive outra boa surpresa quando conheci o projeto eLua, que é mantido pelo romeno Bogdan Marinescu em conjunto com o brasileiro Dado Sutter  do laboratório LED da PUC-Rio, que basicamente é um projeto que insere Lua no contexto de programação de microcontroladores, oferecendo melhor reusabilidade de código e redução de complexidade e custo de desenvolvimento. 

    Hoje ele tem suporte para as plataformas LM3S, AT91SAM, STR9, STR7, LPC2888, i386 e segundo o Dado Sutter logo o eLua estará suportando novas MCUs, assim como mais exemplos tem sido escritos com boa frequencia e novos módulos estão em desenvolvimento.  Eu o testei no meu AT91SAM7x256 e  fiquei muito entusiasmado com o projeto.   

    Para quem ficou interessado em saber um pouco mais sobre o e-Lua,  o projeto está com um novo site – baseado no Sputnik  que é um Wiki engine 100% escrito em Lua –  e a URL oficial do projeto é   www.eluaproject.net





Seminário C & C++ para Sistemas Embarcados

26 10 2008

A Tempo Real Eventos, em conjunto com o Grupo C & C++ e o Portal Embarcados, numa atividade de Interop entre comunidades, está realizando o Seminário C & C++ para Sistemas Embarcados, o que para muitos não é novidade visto que iniciamos a divulgação do evento em agosto.

Inicialmente este seminário foi previsto para um público de 200 pessoas, porém já ultrapassamos este número a algumas semanas. Overbook? Nada! Como o auditorio é modular, a Tempo Real Eventos contratou um espaço adicional para o auditório e hoje já contamos com mais de 300 inscritos.

Desta forma, este evento é hoje o evento com participação do Grupo C & C++ Brasil, que aborda exclusivamente as linguagens C & C++ com a maior quantidade de inscritos. Curiosamente, a idéia deste evento já existe desde 2005, quando com alguns colegas discutíamos sobre a iniciativa de realizar encontros community style sobre C & C++. Durante o terceiro encontro de programadores que foi um encontro que teve uma fórmula singular de poucas palestras e muito espaço para interação, numa das conversas onde discutíamos a possibilidade de realizar um evento destes, um dos colegas que afirmava que nunca tinha visto tanto programador C++ num só local, temia que não conseguiríamos mais do que 100 pessoas para este evento especifico de embarcados.

Obviamente, o cast de palestrantes tem sido um dos grandes pontos, assim como parcerias que o portal embarcados tem realizado com outras comunidades. Por exemplo, vejam a divulgação no wiki da CBE e no portal Eletronica.org

Na realidade há muito o que comentar sobre ele, porém deixarei para realizar estes comentários durante e após o evento. Para inscrever-se, vá no site do evento e siga as instruções. Nos encontramos lá.

Namaste! 🙂





Open Hardware & meus insetos…

26 10 2008

Não sou entomologista, mas ultimamente tenho dado bastante atenção, codificando, debugando e me divertindo com meus insetos, sendo os meus atuais alvos um ATmega644p numa placa Sanguino e um AT91SAM7X256 numa placa Make Controller, sendo ambos projetos de Open Hardware bem interessantes, em virtude dos projetos que estou envolvido não tem sobrado muito tempo para isto, mas são para estes caras que tenho codado ultimamente em meu tempo livre, com foco tanto na utilização de Python Embedded como no desenvolvimento de um robot que a passos tartaruguais tem evoluído, porém as diversas experiências que tenho realizado tem compensado esta lentidão. Entre uma codificação e outra, sempre penso que eu deveria postar isto ou aquilo neste blog, porém não tenho feito e acabei deixando um silêncio quase eternal nele, agora com este silêncio quebrado prometo publicar com uma certa freqüência conteúdo relativo a estas minhas últimas pesquisas e desenvolvimentos, com o esforço de tentar escrever conteúdo interessante.

O Sanguino é um clone do Arduino bombado, como o Jê já havia comentado em seu blog. Algo que portei para ele com sucesso e fiz várias brincadeiras foi o PyMite que é um port de Python para microcontroladores de 8 a 16-bits, sendo um subset do Python 2.5, além de vários programas em C++ serviram como prova de conceito para mostrar que é possível sim desenvolver firmware em C++, desde que alguns cuidados sejam tomados, porém como o Dan Saks diria, embedded systems programming para certos microcontroladores é um mundo de limitações portanto não há novidades aqui. Dan é um dos grandes defensores da utilização de C++ em embedded systems, palestrando em vários eventos de grante porte sobre C++ Bare-Metal, inclusive o Galuppo é um dos amigos que tenho que já assistiu uma palestra dele e afirmou que ele é um show-man.

Algo que tem me chamado a atenção, é que nos últimos meses ouvi relato de 5 colegas que estavam envolvidos no desenvolvimento de RTOS. Destes 3 são para uso restrito das empresas desenvolvedoras onde em duas a decisão de “reinventar a roda” partiu de problemas com licenciamento, outro caso é de uma empresa que está sendo projetado um para uso em um segmento de mercado específico procurando ser uma alternativa para facilitar o desenvolvimento de embedded systems neste segmento e um outro em breve será lançado publicamente com uma versão Open Source. Minhas experiências tem sido com o eCos, uCLinux e com FreeRTOS, sendo-se que deste último, prometo escrever algo nos próximos posts. Assim, deixo claro que apesar de eu gostar de código bare-metal não sofro de OSofobia, mal que atinge programadores de sistemas embarcados.





Jogos mentais

2 12 2007

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Jogos mentais? Uma dos trabalhos que  o pessoal do Media Lab – MIT  Europa  [1] tem desenvolvido é uma plataforma chamada  MindGames  onde eles desenvolvem tecnologias que podem expandir e melhorar o potencial humano, baseado em sinais gerados pelo corpo para interagir com as tecnologias.  Muito interessante, mas no fundo fico pensando “quando” estas tecnologias serão realmente massificadas.

[1] Media Lab – MIT  Europa

[2] MindGames





Transferência de Energia Não-Radioativa Wireless

10 12 2006

“a comunicação sem fio para qualquer ponto do globo é possível. Minhas experiências mostraram que o ar em sua pressão normal torna-se um condutor, e isto abre um panorama maravilhoso para a transmissão de grandes quantidades de energia elétrica para propósitos industriais a grandes distâncias sem o uso de fios… sua realização prática poderia significar que a energia estaria disponível ao uso humano em qualquer ponto do globo. Não posso conceber nenhum avanço técnico que poderia, melhor do que este, unir toda a humanidade, ou que poderia mais e mais economizar a energia humana… “.

Fim dos Conectores

Escrito em junho de 1900 – num artigo para revista Century Magazine – este artigo do Tesla até hoje é considerado extremamente inovador e após ler um pouco sobre a vida e os feitos deste incrível cientista começa a ficar mais claro o porquê Dave Small escreveu num artigo de 1987 para revista “Current Notes”  que Nikola Tesla foi o maior Hacker de Todo os tempos. Tomei conhecimento deste artigo pelas revistas 2600 e Mondo2000 a alguns anos atrás e eu já o reli dezenas de vezes, porém muitas eu o encarei como insano.

Porém, depois de mais de um século após uma exaustiva pesquisa utilizando modelos de simulação computacionais e equações matemáticas  uma equipe do MIT liderada por Marin Soljacic sugerem que o sistema idealizado por Tesla baseado em “ressonância“, por enquanto num escala mais modesta do que Tesla vislumbrava é possível.

O modelo atual contempla apenas a recarga de baterias a uma distância de 3 a 5 metros da fonte de energia, com uma eficência de 15% ou mais. Por uma transferência que ocorre na freqüência de 6,4 MHz por um escopo “não radiante com ressonância de longa vida”, restringindo a energia em uma região próxima ao do transmissor.

Segundo os autores, a intensidade do campo gerado pela fonte é menor que a intensidade do campo eletromagnético natural da Terra, sendo inofensiva aos seres humanos.

O curioso é que após o assunto ter “explodido na mídia” via uma reportagem de Jonathn Fildes entitulada Physics promises wireless power e de ter sido discutida no IT Blog Watch , uma empresa britânica chamada SplashPower que possui um carregador Wireless mas que opera via indução eletromagnética, e que colaborou com as pesquisas, ganhou publicidade gratuita.

Para saber mais, leiam o artigo do grupo que está desenvolvendo esta tecnologia:

Wireless Non-Radiative Energy Transfer





Faça um Lampadinha, uops, um Resistor Man

27 11 2006

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Dando uma zapeada básica na blogosfera dos gadgets, passei pelo point da revista MakeZine e não houve como não notar este “clone” estático do Lampadinha, o ajudante inseparável do prof.Pardal; inventor mais famoso de Patópolis.

Well, claro que este aí acima não é nenhum andróide inteligente feito o nosso amigo super-dotado de inteligência nada artificial, mas ele pode se tornar uma decoração geek daquelas de deixar muito nerd com inveja.

Fonte: HOW TO – Make a Resistor Man





Chips de memória com vírus é mais rápido que memórias flash

9 10 2006

Colocar um vírus em sua câmera digital pode não soar como algo muito inteligente, mas um chip de memória que incorpora milhões de vírus pode ser o equipamento mais rápido que se possa dispor.Recobrindo aglomerados de vírus do mosaico do fumo, medindo 30 nanômetros de comprimento, com nanopartículas de platina, é possível criar um transístor com uma velocidade de chaveamento muito elevada. Milhões desses transistores poderão eventualmente ser utilizados em um chip de memória para substituir as memórias flash em tocadores de MP3 e câmeras digitais, por exemplo.

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Fabricação de telas LCD pode ser simplificado

30 09 2006

Saiu no site Inovação Tecnológica, uma nova técnica, capaz de fazer com que os cristais líquidos se alinhem verticalmente de forma autônoma, poderá permitir o desenvolvimento de telas planas mais baratas. Embora já estejam largamente disseminadas, as telas de cristal líquido (LCD) ainda são de construção complexa – o que as torna caras.

Nas telas LCD, uma rede de transistores controla os cristais líquidos, que têm suas características ópticas alteradas em resposta a alterações nos sinais elétricos controlados pelos transistores.

Estrutura do Cristal L�quidoSeu processo de fabricação é complexo, envolvendo uma grande seqüência de passos – e, por decorrência, aumentando a chance de defeitos. Um passo específico, chamado de emborrachamento, utiliza uma película de polímero para criar o alinhamento dos cristais líquidos entre as duas camadas de vidro onde eles operam. A aplicação dessa camada pode danificar alguns transistores e introduzir poeira no interior da tela, diminuindo o rendimento do processo produtivo.

Leia mais em: Cristal líquido com auto-alinhamento poderá simplificar fabricação de telas LCD





Spin do elétron pode ser mais fácil de se manipular do que se pensava

20 09 2006

Fonte: Site InovaTec

Físicos do Laboratório Argonne, Estados Unidos, apresentaram uma nova teoria que poderá levar a tecnologias que controlem o spin do elétron sem a necessidade de utilização de magnetos supercondutores – o que tem limitado o desenvolvimento da spintrônica ou eletrônica do spin – a base para a construção de computadores quânticos.

Para testar sua teoria, os cientistas propuseram a fabricação de um dispositivo nanoscópico, em forma de L, que poderá comprovar a validade de suas idéias.

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Transístor molecular: cientistas criam transistores de uma única molécula

11 09 2006

Cientistas da Universidade do Arizona, Estados Unidos, descobriram como transformar moléculas individuais em transistores. É mais um caminho rumo aos computadores do futuro, já que estamos nos aproximando rapidamente dos limites físicos da atual tecnologia da eletrônica.

Os pesquisadores já apresentaram um pedido de patente para o seu Transístor de Efeito de Interferência Quântica, batizado de QuIET (“Quantum Interference Effect Transistor”).

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A imagem mostra uma concepção artística do novo transístor QuIET. As esferas coloridas representam átomos individuais de carbono (verdes), hidrogênio (violetas) e enxofre (amarelas). As três estruturas douradas representam os contatos metálicos do novo transístor. Uma voltagem aplicada no eletrodo à esquerda controla o fluxo de corrente entre os outros dois.

Leia a notícia na íntegra em: Innovação Tecnológica – Eletrônica