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	<description>Ciência, tecnologia, programação, música e insights geeks do meu hermético box nervoso...</description>
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		<title>EB &#8211; Projeto MK-ULTRA &amp; Neurohacking</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jul 2011 03:58:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>techberto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Texto publicado originalmente em 27/05/2009 na coluna Ensaios de Borda do Fringe Lab, dentro do contexto da coluna de mashup de ficção, história, realidade e conjecturas especulatórias: Desde o primeiro capítulo de Fringe, temos ouvido que o Dr.Bishop teve financiamento do DARPA para realizar as mais estranhas pesquisas entre as décadas de 60 e 90, tendo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=techberto.wordpress.com&amp;blog=400569&amp;post=238&amp;subd=techberto&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Texto publicado originalmente em 27/05/2009 na coluna <strong>Ensaios de Borda</strong> do Fringe Lab, dentro do contexto da coluna de mashup de ficção, história, realidade e conjecturas especulatórias:</em></p>
<p><a href="http://www.anomalyarchives.org/images/enews/mindkontrol.jpg"><img src="http://www.anomalyarchives.org/images/enews/mindkontrol.jpg" alt="" border="0" /></a></p>
<p>Desde o primeiro capítulo de Fringe, temos ouvido que o Dr.Bishop teve financiamento do DARPA para realizar as mais estranhas pesquisas entre as décadas de 60 e 90, tendo atendido os militares das mais diversas formas, em muitos casos realizando pesquisas utilizando mescalina, LSD (a preferida do Dr.Bishop e parece que também muito apreciada por Dr.Bell) além de outras drogas experimentais (cortexiphan) utilizando cobaias humanas (sem seu consentimento) e seus objetivos estavam relacionadas a controle mental, seja para transferência de memórias e amplificação de ESP (Percepção Extra-Sensorial) em crianças entre outas modalidades de experiências químicas e físicas, tendo outrora utilizado DNI (Direct Neural Interfaces) e tanque de isolação sensorial. Porém o mais curioso é que neste parágrafo os principais elementos de ficção são: Fringe, Dr.Bishop e o Dr.Bell.</p>
<p><span id="more-238"></span></p>
<p>Em 1975, no meio das investigações sobre os crimes da CIA relacionados ao <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Caso_Watergate">Caso Watergate</a>, descobriu-se que desde o final da década de 40 e mais intensivamente a partir de 1953 a CIA (e o Pentágono) haviam submetido cidadãos dos EUA e de outros países a “experiências” com o objetivo declarado de aprender o “segredo do controle da mente” humana. Sem que soubessem, milhares de pessoas foram expostas à radiação, drogadas seja com <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dietilamida_do_%C3%A1cido_lis%C3%A9rgico">LSD</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ecstasy">metilenodioximetanfetamina</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mescalina">mescalina</a> ou com as mais diversas misturas de drogas muitas vezes mais letais, ou torturadas em testes “comportamentais”, seja na tentativa de se descobrir um <a href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI144731-EI1426,00-Como+o+soro+da+verdade+funciona.html">soro da verdade</a>, métodos de transferência de memória ou submetidas a uma reprogramação mental para criar robôs-humanos com o objetivo de assassinato. Muitos foram levados à loucura e, pelo que se pode inferir com certeza, muitos à morte. Soube-se então que a CIA havia espalhado o LSD pelos EUA e outros países – antes de 1953 só havia no mundo um pequeno estoque, no laboratório suíço Sandoz, descobriu-se então &#8220;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/MKULTRA">Operação MK-ULTRA</a> - Projeto Monarca&#8221;. Project Monarch não te lembra de nada? Então assista ao episódio 1&#215;09 de Fringe:  &#8221;The Dreamscape&#8221;.</p>
<p align="left">Mais estranho ainda são as origens deste projeto, inspirado em relatos sobre as evoluções das pesquisas sobre ligação e controle mental com milhares de gêmeos conduzidos por um notório cientista nazista, antes do colapso do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alemanha_Nazi">Terceiro Reich</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Allen_Welsh_Dulles">Allen Dulles</a> que na época era da OSS (Escritório de Serviços Estratégicos) iniciou um programa chamado &#8220;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Operation_Paperclip">Operação Paperclip</a>&#8221; que tinha o objetivo de levar alguns cientistas nazistas para os Estados Unidos e incorpará-los em ambientes científicos, a lista dos cientistas foi providenciada por Wemer Osenberg, ex-comandante da seção científica da Gestapo, e as pesquisas que inspiraram esta ação foram conduzidas pelo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Josef_Mengele">Dr.Joseph Mengele</a>, também conhecido por Todesengel, &#8220;O Anjo da Morte&#8221;. Porém a lista de cientistas foi se ampliando e os mais diversos cientistas foram trazidos para os EUA neste processo, dentre eles a base de pesquisadores científicos de ética duvidosa e experiência na utilização de cobaias humanas que com o passar dos anos influciou vários cientistas americanos também nos mais diversos projetos.</p>
<p align="left"><a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/87/Project_Paperclip_Team_at_Fort_Bliss_crop.jpg/650px-Project_Paperclip_Team_at_Fort_Bliss_crop.jpg"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/87/Project_Paperclip_Team_at_Fort_Bliss_crop.jpg/650px-Project_Paperclip_Team_at_Fort_Bliss_crop.jpg" alt="" border="0" /></a></p>
<p align="left">Em 1947, a marinha iniciou o &#8220;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Project_CHATTER">Projeto Chatter</a>&#8221; com o objetivo de criar um soro da verdade, pois seus espiões descobriram que a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Uni%C3%A3o_das_Rep%C3%BAblicas_Socialistas_Sovi%C3%A9ticas">URSS</a> havia tal poção milagrosa, sua equipe continha pesquisadores da Operação Paperclip.</p>
<p align="left">Em 1949, a OSS já havia se transformado na CIA e ela informada por seus espiões que a URSS havia técnicas infalíveis de investigação, para conseguir desenvolver técnicas similares eles criaram o &#8220;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Project_BLUEBIRD">Projeto BLUEBIRD</a>&#8220;, em sua equipe havia pesquisadores da Operação Paperclip e do Projeto Chatter.</p>
<p align="left">Em 1952, uma das divisões da CIA, a TSD (Equipe de Serviços Técnicos) que incluia ex-pesquisadores do Projeto Chatter e da Operação Paperclib, criou o projeto <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Project_MKNAOMI">MK-NAOMI</a>(MK de Mind Kontrol onde o &#8220;K&#8221; era uma referência a veia alemã do programa) com o objetivo de criar armas químicas e biológicas para o controle da mente e para matar rapidamente e sem vestígios. E assim foram surgindo vários grupos originários de Paperclip e de seus discípulos, entre eles o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Project_MKDELTA">MK-DELTA</a>, Projeto CASTIGATE.</p>
<p align="left">Em 1953, todos estes grupos não haviam gerado grandes resultados, portanto diante dos rumores que a URSS estava muito mais avançada que os EUA, segundo relato de espiões e das afirmações do doutor Nikolai E. Khokhlov, que desligou-se da KGB em 1954, que dizia que os soviéticos estavam desenvolvendo armamentos &#8220;psicotrônicos&#8221;, a CIA montou uma grande força tarefa, reunindo vários dos cientistas que já haviam ganhado experiência em todos estes projetos fracassados, com verbas mais generosas e com maior abertura para testes em cobaias humanas, para participarem da operação MK-ULTRA que tinha o objetivo de finalmente obter algumas respostas não encontradas anterioremente e obter recursos similares aos do soviéticos. Seja nos seus grandes laboratórios ou nos vários laboratórios que eles estavam financiando nos mais diversos lugares, de clínicas a universidades.</p>
<p align="left">Uma curiosidade, é que alguns pesquisadores que participaram de um sub-projeto da operação MK-ULTRA para ampliação de ESP (Percepção Extra-Sensorial) em crianças e adultos com drogas experimentais, trabalharam no <a href="http://www.rhine.org/">Rhine Research Center</a>, um famoso centro de pesquisas paranormais que fica na Universidade de Duke, com campus em Durham e Jacksonville.</p>
<p>E se analisarmos com cuidado, não há como negar que os roteiristas de Fringe beberam nesta fonte, pois há vários detalhes do seriado que se assemelha com fatos ocorridos no decorrer da história da operação MK-ULTRA.</p>
<p>A operação MK-ULTRA agrupou 150 subprojetos de pequisa conduzidos durante mais de 20 anos, onde cobaias humanas foram usadas durante todo seu desenvolvimento e cuja matéria prima fundamental foram mulheres e criançaspequenas, inclusive recém-nascidos, também comunistas na guerra da Coréia, na guerra do Vietnã e alguns espiões chineses e soviéticos capturados durante a guerra-fria. Muitos pacientes das clínicas que conduziram secretamente estes experimentos, desenvolveram doenças mentais severas e até cometeram assassinatos e suicídio após os experimentos.</p>
<p align="left">Um dos sub-projetos do MK-ULTRA, por exemplo, era o de criar assassinos insuspeitos, isto é, assassinos involuntários, inconscientes, robôs, para que não pudessem ser ligados à CIA e que pudessem ser ativados a qualquer momento. Outro projeto tentava identificarcrianças envolvidas em eventos de Poltergeist para tentar entender e controlar seus poderes paranormais. Em 1964 parte dos projetos críticos da operação MK-ULTRA foi para um projeto chamado MK-SEARCH, dentre eles os relacionados a transferência e recuperação de memórias, telepatia, transplante de cérebro, radio ghost networks entre outros estudos.</p>
<p align="left">A maioria dos relatórios e registros relacionados ao MK-ULTRA nos EUA foram destruídos em 1973, porém alguns relatórios canadenses, cópias não-autorizadas de partes dos registros além da declarão de algumas testemunhas possibiliou que investigadores levantassem parte da verdade. Estas operações, deixaram várias pessoas aleijadas, incapacitadas e matou várias outras durante seus experimentos, levando o governo americano a investir bilhões de dóláres em indenizações. O processo judicial específico sobre o MK-ULTRA aberto contra a CIA pelo congresso norte-americano foi encerrado por &#8220;segurança nacional&#8221;.</p>
<p align="left">O projeto MK-ULTRA e seus braços MK-DELTA e MK-SEARCH são considerados parte de um passado sombrio da CIA e dos EUA. Já na década de 70 alguns de seus pesquisadores identificaram que as linhas de pesquisas destes estavam totalmente equivocados e oficialmente o DARPA, CIA e Pentágono não investe em pesquisas que utilizam cobaias humanas sem autorização desde 1977. Porém há evidências que em 1983 um projeto nas linhas de um sub-projeto do MK-ULTRA ainda estava na ativa e sendo financiado pela CIA, assim como há relatos que o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Stargate_Project">projeto SCANATE</a> (de visão remota) que durou até meados de 1995 teve cooperação de um extinto braço do MK-ULTRA, buscando estimular com drogas experimentais agentes de eficiência exporádica e participação do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Stanford_Research_Institute">SRI</a> que esteve envolvido em alguns sub-projetos de várias destas iniciativas com ESP, a diferença é que nestes casos os participantes estavam cientes do tratamento ou experiências que eles estavam sendo submetidos e não estavam sendo enganados, pensando estar passando por uma terapia para curar suas enxaquecas, insônia ou depressão pós-parto.</p>
<p align="left">Uma das cobaias deste programa, Cathy O&#8217;Brien, escreveu um livro chamado &#8220;Trance: Formation of America&#8221;, que  dentro de alguns devaneios expõe fatos relacionados aos experimentos que numerosos jovens foram submetidos, sendo convertidos em instrumentos de laboratório, cuja última meta era o controle psicológico de uma nação, porém ele não é um boa fonte para entender exatamene os resultados destes projetos. Outra vítima, Ken Kesey, também escreveu sobre suas experiências no livro &#8220;One Flew Over the Cuckoo&#8217;s Nest&#8221; que foi adaptado para o cinema, mas que também não revela quase nada sobre a operação. Os livros com conteúdo um pouco mais esclarecedores são o MKULTRA: The CIA&#8217;s Top Secret Program in Human Experimentation and Behavior Modification de George Andrews, The Search for the &#8220;Manchurian Candidate&#8221;, The CIA and Mind Control: The Secret History of the Behavioral Sciences de John D. Marks, The CIA Doctors: Human Rights Violations by American Psychiatrists por Colin A. Ross e recente <span id="btAsinTitle">The Project Mkultra Compendium: The CIA&#8217;s Program Of Research In Behavioral Modification de Stephtn Foster.</span></p>
<p align="left"><a href="http://www.nyfilmvideo.com/2008/la-2008/filmads/signals/3.jpg"><img src="http://www.nyfilmvideo.com/2008/la-2008/filmads/signals/3.jpg" alt="" border="0" /></a></p>
<p align="left">A cena acima é do filme independente Signals de Carlos Etzio Roman, que é baseado neste (longo) episódio da história americana.<strong></strong></p>
<p align="left">O domínio da mente ainda é um assunto de interesse do Pentágono, e o DARPA é um dos principais investidores da neurociência nos EUA, que é uma área muito nobre e promissora que nada tem a ver com este passado negro da CIA. Via o seu progama <a href="http://www.darpa.mil/dso/thrusts/bio/restbio_tech/hand/index.htm">HAND</a> (Human-Assisted Neural Devices) o DARPA tem financiado a pesquisa e desenvolvimento de BCI (brain-computer interface) e DNI (direct neural interface) equipamentos que ainda irão revolucionar a indústria de próteses médicas, que literalmente abrirá muitas portas para a correção de diversos problemas físicos e mutilações acidentais. Nesta mesma linha, eles também financiam projetos de DNI para <a href="http://sciencedude.freedomblogging.com/2008/08/13/army-pays-uci-to-try-to-read-peoples-minds/">telepatia sintética</a>, chips que irão <a href="http://www.popsci.com/scitech/article/2007-04/memory-hacker">simular o hipocampo</a> funcionando com uma espécie de amplificador neural para quem sofre de alguma doença degenerativa cerebral como o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mal_de_Alzheimer"><strong>Mal de Alzheimer</strong></a>, um DNI para <a href="http://www.roboticstrends.com/academics_research/article/medical_robotics_expert_explores_the_human_machine_interface">controle de exoesqueletos</a> para uso militar entre diversas outras pesquisas.</p>
<p align="left">Curiosamente em Fringe vemos um pouco dos dois lados da moeda.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/techberto.wordpress.com/238/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/techberto.wordpress.com/238/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/techberto.wordpress.com/238/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/techberto.wordpress.com/238/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/techberto.wordpress.com/238/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/techberto.wordpress.com/238/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/techberto.wordpress.com/238/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/techberto.wordpress.com/238/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/techberto.wordpress.com/238/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/techberto.wordpress.com/238/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/techberto.wordpress.com/238/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/techberto.wordpress.com/238/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/techberto.wordpress.com/238/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/techberto.wordpress.com/238/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=techberto.wordpress.com&amp;blog=400569&amp;post=238&amp;subd=techberto&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>EB &#8211; Teoria da PSI FQ</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jul 2011 03:34:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Publicado originalmente na coluna &#8220;Ensaios de Borda&#8221; em 01/07/09 do Fringe Lab, este é um texto que escrevi dentro da proposta da coluna que tem um mix de análise de ficção científica dentro de um contexto histórico de neurociência e neroengenharia: Hoje sabemos que as suspeitas de David Jones se confirmaram, mesmo ainda estando indefinido o autor da manifestação telecinética que [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=techberto.wordpress.com&amp;blog=400569&amp;post=234&amp;subd=techberto&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Publicado originalmente na coluna &#8220;Ensaios de Borda&#8221; em 01/07/09 do Fringe Lab, este é um texto que escrevi dentro da proposta da coluna que tem um mix de análise de ficção científica dentro de um contexto histórico de neurociência e neroengenharia:</em></p>
<p>Hoje sabemos que as suspeitas de <a href="http://www.fringelab.net/2009/02/fringe-114-quem-apagou-as-luzes.html">David Jones</a> se confirmaram, mesmo ainda estando <a href="http://www.fringelab.net/2009/02/fringe-114-quem-apagou-as-luzes.html">indefinido</a> o autor da <strong>manifestação telecinética</strong> que apagou as <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/47_%28number%29">47</a> lâmpadas no teste de Belly em <a href="http://www.fringelab.net/search/label/114:%20Ability">Ability</a>, em <a href="http://www.fringelab.net/search/label/119:%20The%20Road%20Not%20Taken">The Road Not Taken</a> a agente Olívia Dunham apresentou uma <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/D%C3%A9j%C3%A0_vu">promnésia</a> intensa e um pouco antes em <a href="http://www.fringelab.net/search/label/117:%20Bad%20Dreams">Bad Dreams</a> descobriu-se uma <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Telepatia">ligação telepática</a> crônica com <strong>Nick Lane</strong>, aparentemente fruto de estimulação por <a href="http://fringepedia.net/index.php?title=Cortexiphan">cortexiphan</a> quando eles eram crianças e passaram por experiências na base militar em Jacksonville, portanto ela é especial ou como eu costumo chamar, ela é uma pessoa (de psyche) amplificada. Porém o que possibilita a Olivia ter estas manifestações paranormais?</p>
<p align="left">Seja uma forma de <strong>PES</strong> (percepção extra-sensorial) ou <strong>anomalia cognitiva</strong>, na vida real alguns eventos que ocorrem desde a antiguidade que classificamos como <strong>coincidência - </strong><em>como o de pensarmos em alguém segundos ou minutos antes dela entrar em contato por telefone ou ter algum sentimento de dor e lembrar de alguém no exato momento que esta passa por algum problema sério ou está morrendo</em> <strong>-</strong> são classificados como DNS (Distant Neural Signaling ou Sinalização Neural Remota) pela <strong>neurociência,</strong><em>como o Dr.Walter Bishop o chamaria</em>, sendo também classificada como <strong>telepatia</strong> espontânea pela <strong>parapsicologia </strong>e certamente <em>seria assim que Peter Bishop o chamaria</em>.</p>
<p align="left"><span id="more-234"></span>Estes <strong>fenômenos </strong>já foram e ainda são seriamente estudados, e estimulado justamente por uma experiência pessoal profunda desta natureza - <em>onde sua irmã (no qual ele tinha <strong>forte ligação</strong>) teve intensos pressentimentos sobre ele num momento em que este quase foi esmagado por cavalos e escapou por sorte</em> - <strong><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Hans_Berger">Hans Berger</a></strong> (1873 -1941) tornou-se médico psiquiatra, cientista, professor pesquisador e tentou desvendar a força da &#8220;<strong>energia psíquica do cérebro</strong>&#8221; (como ele chamava) para tentar entender como este fenômeno ocorre.</p>
<p><img src="http://farm3.static.flickr.com/2365/2234858831_9ba3d14689.jpg" alt="" border="0" /></p>
<p align="left">Dr.Berger <strong>morreu </strong>sem explicar a telepatia, o que ninguém ainda de fato conseguiu, porém descobriu algo que o tornou fundador da <strong>neurofisiologia clínica</strong> e lançou as pedras fundamentais da <strong>neurociência</strong> e da <strong>neuroengenharia, </strong>quando em <strong>1929</strong> anunciou ao mundo científico que era possível analisar as correntes elétricas geradas no cérebro humano, onde suas variações ele denominou de <strong>ondas cerebrais,</strong> sendo possível registrá-las em papel. Dr.Berger identificou os ritmos dos estados cerebrais e que havia duas frequências dominantes que ele batizou de <strong>alfa</strong> (8 a 10 ciclos por segundo ou Hertz) e <strong>beta </strong>(de 12 a 20 ciclos por segundo ou Hertz) também descobriu que esta atividade mudava de características de acordo com o estado funcional do cérebro dando pistas de como diagnosticar certas doenças. Ele denominou esta forma de registro de <strong>EEG </strong>(<strong>eletroencefalograma</strong>) e os estados cerebrais foi batizado por seus colegas de &#8220;<strong>ritmos de Berger</strong>&#8220;. Porém Dr.Berger não foi levado a sério durante anos, mas ele não deixou-se abalar (talvez por sua própria personalidade instrospectiva) e continuou suas pesquisas, sendo-se que suas evoluções neste campo revelou os mecanismos básicos utilizados até hoje em dispositivos de imagens médicas, como o <strong>PET </strong>(positron emission tomography) e a <strong>fMRI</strong> (functional magnetic resonance imaging).</p>
<p align="left">O EEG, <em>além de ser largamente empregado por Dr.Bishop em procedimentos sensoriais em Fringe</em>, na vida real tem sido utilizado para realizar diagnósticos médicos desde 1928, é base dos NDI (Direct Neural Interface) ou BCI (brain-computer interface) cada vez mais em conjunto com técnicas de <strong>fMRI, </strong>sendo utilizados em pesquisas neurocientíficas, controle de próteses cibernéticas e até em brinquedos como o <a href="http://tr.im/touch_invisible">Brainball</a>, <a href="http://tr.im/mind_control_game">MindFlex Mind Control Game</a>, <a href="http://tr.im/neurosky">Star Wars Force Trainer</a> entre outras aplicações. E tudo começou com uma <strong>séria </strong>pesquisa tentando entender a <strong>telepatia</strong>, que fracassou assim como quase todas pesquisas neste sentido até hoje, mas que deixou um importante legado para a ciência.</p>
<p align="left">Na MQ (Mecânica Quântica), há um fenômeno, teorizado matematicamente em 1935, chamado <strong>entrelaçamento (ou emaranhamento)</strong><strong> quântico onde por ele duas ou mais partículas podem estar tão fortemente ligadas (praticamente sincronizadas) de forma que uma não pode ser corretamente &#8220;observada&#8221; sem que sua contra-parte seja mencionada, independente da distância física entre elas, onde se você manipula uma a outra também sofre a reação de seu par; que pode estar em qualquer parte do multiverso. E o mais interessante é que este fenômeno já foi provado e reproduzido mais de uma vez, sendo a base de trabalhos como o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Quantum_teleportation">teletransporte quântico</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Quantum_computer">computação quântica</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Quantum_cryptography">criptografia quântica</a>, além de se especular que ela é a base da explicação de diversos outros fenômenos, estando numa área da física chamada de &#8220;complicação&#8221; e ninguém tem uma idéia exata do porque isto ocorre.</strong></p>
<p align="left">Em 2005, <a href="http://en.scientificcommons.org/johann_summhammer">Johann Summhammer</a>, físico da Universidade de Tecnologia de Viena, propôs que o entrelaçamento é <strong>encontrável</strong> em qualquer parte da Natureza, sendo-se que é concebível que a evolução tenha aproveitado esses fenômenos para vantagem própria, onde ela poderia estar presente entre células de um mesmo órgao, corpo ou em seres diferentes com <strong>forte ligação</strong>, como no cosmos e em toda parte do universo.</p>
<p align="left">Em <a href="http://www.fringelab.net/search/label/101:%20Pilot">pilot</a>, no laboratório do Dr.Bishop no procedimento de compartilhamento de memória entre Olívia e Scott, quando Walter aguardava que nos registros de <strong>EEGs</strong> as <strong>ondas cerebrais</strong> deles ficassem similares? Então, tem sido documentado desde 1965, que pessoas com <strong>fortes ligaçõesquando estão na mesma frequência de ondas cerebrais podem ter ligações mentais, sendo-se que o primeiro registro desta experiência foi em 1965 tendo sido publicada na </strong><strong>revista Science</strong>, também publicado em 1967 no <a href="http://www.springerlink.com/content/100473/?p=7d2641a4a949474daf4f3db586234de2&amp;pi=0">Experimental Brain Research Journal</a>, sendo-se que esta experiência foi documentada por dezenas de vezes nos últimos 40 anos sendo normalmente chamada de <strong>Distant Neural Signaling</strong>, onde as melhores observações tem sido realizadas nos últimos 7 anos utilizando o <strong>fMRI</strong> (comentado acima). Neste estado, de <strong>sintonia</strong> ou <strong>sincronização, </strong>já foi documentado compartilhamento de percepções captadas pelos cinco sentidos, memórias e sentimentos.</p>
<p align="left">Seguindo esta linha, aposto minhas fichas numa teoria defendida por <a href="http://www.deanradin.com/">Dr.Dean Radin</a>, um dos mais sérios e premiados cientistas envolvidos com pesquisas sobre fenômenos psíquicos da atualidade, ex-presidente da <a href="http://www.parapsych.org/">Parapsychological Association</a>, ex-pesquisador do <a href="http://www.sri.com/">SRI,</a> <a href="http://www.alcatel-lucent.com/wps/portal/BellLabs">Bell Labs</a> e hoje um dos principais cientistas do <a href="http://www.noetic.org/">Institute of Noetic Sciences</a>. E como ele mesmo gosta de afirmar, &#8220;estas teorias não são defendidas por exotéricos de olhos arregalados, mas sim por físicos tradicionais&#8221;.</p>
<p><a href="http://www.deanradin.com/NewWeb/Radin13small.jpg"><img src="http://www.deanradin.com/NewWeb/Radin13small.jpg" alt="" border="0" /></a></p>
<p align="left">Em seu livro lançado em 2006, <strong>Mentes Interligadas</strong><strong>, </strong>o Dr.Dean Radin<strong> defende que algumas capacidades extra-sensoriais (dentre elas a telepatia) podem ser explicadas com o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Quantum_entanglement">entrelaçamento quântico</a>, ou bio-entrelaçamento, pois apesar da esmagadora maioria dos físicos acreditarem que a FQ aplica-se apenas a fenômenos que ocorrem com partículas sub-atômicas tais como moléculas, átomos, elétrons, prótons entre outras partículas, pois alguns dos fenômenos teorizados matematicamente foram provados apenas neste contexto, Radin faz parte do grupo de <a href="http://en.scientificcommons.org/johann_summhammer">Summhammer</a>, que acredita que o entrelaçamento pode ocorrer em escalas macroscópicas e cosmológicas. O ramo que acredita que o entrelaçamento quântico aplica-se a PSI e que a consciência é um fenômeno quântico &#8220;também&#8221; é chamada de </strong><strong>Física Quântica Psi</strong>, eu prefiro chamar de PSI FQ. Não acredito que o mecanicismo é uma panacéia que explica-tudo, porém neste caso penso que esta nebulosa pode esclarecer alguns fenômenos. Vale lembrar que na década de 40 Einstein refutou que o entrelaçemento pudesse ocorrer na biologia, porém ele não dispunha de algumas evidências que indicam existir um fenômeno extremamente parecido com seres humanos..</p>
<p align="left"><strong>Em 1955 o físico americano <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/John_Archibald_Wheeler">John Archibald Wheeller</a> (1911-2008),</strong> que cunhou o termo <strong>buraco negro</strong>, escreveu um artigo a respeito de Cosmologia Quântica sobre geometriadinâmica, mostrando que as pontes de EP (Einstein-Rosen) podem ligar não somente <strong>Universos Paralelos</strong>, mas regiões do mesmo Universo, formando um túnel no espaço-tempo.</p>
<p align="left">Um dos trabalhos referenciais mais sérios já escritos até hoje sobre teletransporte foi desenvolvido por um grupo internacional de física quântica da IBM, o grupo dos seis, onde em 1993 eles teorizaram o teletransporte quântico num<strong> <a href="http://www.research.ibm.com/quantuminfo/teleportation/">artigo</a> </strong>onde um dos pilares dele é o entrelaçamento quântico, também princípio da comunicação quântica que oferece velocidade instantânea, portanto mais rápido que a velocidade da luz.</p>
<p align="left">Por estas e outras razões que comento há algum tempo que tenho fortes suspeitas que a FQ (e a PSI FQ) está sendo empregada em Fringe na fundamentação de certos fenômenos e habilidades, quase todas baseadas em teorias apresentadas matematicamente sendo algumas provadas e reproduzidas no campo microscópico, sendo algumas delas:</p>
<p align="left"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Interpreta%C3%A7%C3%A3o_de_muitos_mundos">Interpretação de Muitos Mundos</a></p>
<p><a href="http://www.fringelab.net/2008/10/pseudocincia-buraco-de-minhoca.html">Wormholes</a></p>
<ul> ou</ul>
<p><a href="http://www.krioma.net/articles/Bridge%20Theory/Einstein%20Rosen%20Bridge.htm">Pontes de Einstein-Rosen</a></p>
<p align="left"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Quantum_entanglement">Entrelaçamento Quântico</a></p>
<p align="left"><strong><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Quantum_teleportation">Teletransporte Quântico</a></strong></p>
<p align="left"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Quantum_suicide_and_immortality">Imortalidade Quântica</a></p>
<p align="left">Estando em sintonia com a linha da esmagadora maioria das explicações <strong>bishopianas</strong>.</p>
<p align="left">Sem querer parecer um <strong>Emmanuel Grayson</strong>, diante destes fundamentos que apresentei, vou especular intensamente sobre o universo ficcional de Fringe: considero uma forte evidência a <strong>consciência de Walter</strong>, que pode ser observada em Ability, sobre os efeitos colaterais sofridos por Jones, melhor constatadas em <a href="http://www.fringelab.net/search/label/120:%20There%27s%20More%20Than%20One%20Of%20Everything">There´s More Than One of Everything</a> por ter utilizado a máquina de teletransporte do Dr.Bishop. Tendo Walter pleno conhecimento das adversidades que os usuários da máquina poderiam sofrer, consequências estas que a física já previu, e estando explícito que o <strong>Dr.Bell, Olívia</strong> e provavelmente <strong>Peter Bishop</strong> e o <strong>Dr.Walter Bishop</strong> tiveram fortes experiências com outros universos, como eles estão gozando da integridade física que Jones não desfrutou?</p>
<p align="left">- Perceberam que todas as experiências já registradas na vida real quando há mentes entrelaçadas Olívia já experimentou em Fringe, sendo iniciada por estimulação artificial e depois se reproduzindo naturalmente seja com John Scott ou com Nick Lane?</p>
<p align="left">O <a href="http://fringewiki.fox.com/page/Fringe+Glyph+Code+Key">Glyph Code</a> de <a href="http://www.fringelab.net/search/label/119:%20The%20Road%20Not%20Taken">The Road Not Taken</a> é &#8220;VISION&#8221;, seria uma referência as <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Remote_viewing">visões remotas</a> dos universos paralelos de Olívia ou seria uma referência as fatos que dão uma nova visão?</p>
<p align="left">Notaram que todas situações onde Olívia teve algum contato com um universo paralelo, esta experiência estava mostrando-se &#8220;estranha&#8221; apenas para Olívia?</p>
<p align="left"><strong>A</strong><strong></strong><strong><em>credito que aqui temos uma grande pista!</em></strong><em></em><em></em></p>
<p align="left">A impressão deixada é que nestas experiências a Olívia do universo referencial por alguns momentos tomou controle ou se comunicou com seu par de outros universos, num processo de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Out-of-body_experience">OOBE</a> (out-of-body experience) também chamada projeção da consciência ou <a href="http://www.fringelab.net/2008/11/pseudocincia-experincias-de-quase-morte.html">EFC </a>(experiência fora-do-corpo), mas independente do nome, por este mecanismo apenas sua consciência foi teletransportada, como numteletransporte quântico tradicional onde é trafegado apenas a informação ou neste caso parte de sua consciência!</p>
<p align="left"><strong>Considerando que o elo de entrelaçamento quântico também pode existir com mais de duas partículas, se outras pessoas do universo referencial estão </strong><strong>mortas mas vivas no universo paralelo,</strong> seja por referência ao <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Schr%C3%B6dinger's_cat">gato de Schrödigner</a> questionado pelo <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/EPR_paradox">paradoxo de EPRB</a> ou numa referência a imortalidade quântica, Olivia poderia estar com sua mente bio-entrelaçada com suas paralelas mas também a John Scott do universo paralelo que tinha entrelaçamento com o John Scott do universo referencial. Em tese faz sentido! Desta forma, duas ou mais Olívias se encontraram com Bell através da Olívia <strong>receptora</strong> daquele universo se ela compartilhava consciência com as Olívias de outros universos esta seria uma consciência multi-universal com isolamentos por plano!<em><strong></strong><strong><em><br />
</em></strong></em><strong></strong><br />
<strong><em><strong></strong><strong><em>Sendo verdade, a cada flash azul no elevador pré-encontro (que naquele caso poderia ser um mecanismo de indução <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Optogenetics">optogenético</a> para sincronização e estimulação para a interconexão ou o bio-entrelaçamento ocorrer) com Dr.Bell, estava sendo mostrada uma das Olívias, que se reunira numa única Olívia <strong>receptora </strong>(sendo a interface de relacionamento de todas) no momento do encontro para este evento, a que estava no universo onde o Dr.Bell se encontrava, talvez o tempo que ela esperou foi o necessário para que todas estivessem pré-sincronizadas para este advento. Esta seria uma teoria estranha mas em (quase) harmonia com a FQ! Seria um dos efeitos do<strong> </strong><strong></strong></em></strong><strong></strong><strong><em><a href="http://fringepedia.net/index.php?title=Cortexiphan">cortexiphan</a>, ampliação e integração da consciência paralela nos multiversos?</em></strong></em></strong></p>
<p>Talvez, aqui pode estar uma pista para uma das explicações mais complexas para a grande trama, estranha como o mecaniciscmo quântico e que parece unir algumas pontas.</p>
<p>Imagino que esta é uma linha muito interessante, obviamente muitos físicos não acreditam nem em metade disto, mas estando bem explorada em Fringe por enquanto acredito estar de bom tamanho!</p>
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		<title>Leptoniando: Toda computação é sempre física</title>
		<link>http://techberto.wordpress.com/2010/08/25/leptoniando-toda-computacao-e-sempre-fisica-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 17:46:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>techberto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Programação]]></category>

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		<description><![CDATA[Seja C, C++, Python, Java, Ruby ou Brainf*ck, independente de sua linguagem preferida, durante a análise léxica, sintática, semântica, geração do código executável ou em qualquer outra operação, na execução de programas, independente da arquitetura de run-time e dependência que ela tenha, seja instruções bare-metal ou dependente de algum sistema operacional, rodando na CPU de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=techberto.wordpress.com&amp;blog=400569&amp;post=220&amp;subd=techberto&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Seja C, C++, Python, Java, Ruby ou Brainf*ck, independente de sua linguagem preferida, durante a análise léxica, sintática, semântica, geração do código executável ou em qualquer outra operação, na execução de programas,  independente da arquitetura de run-time e dependência que ela tenha, seja instruções bare-metal ou dependente de algum sistema operacional, rodando na CPU de um ignorado microcontrolador presente em seu relógio, celular ou na CPU do seu idolatrado (ou cobiçado) notebook ou nas células de uma cloud computing, não há o que discutir, a computação é sempre um fluxo de partículas, sejam léptons do tipo elétron ou bósons de calibre como o fóton. Tudo bem que seja por influência de algum fenômeno eventualmente não se comportam como nós esperamos, porém sabendo disto determinamos faixas de tolerância e assim os mal comportados acabam sendo desprezados e vamos levando a vida praticamente sem perceber estes rebeldes e a física flui, ou tenta, nos favorecendo neste admirável mundo computacional.</p>
<p><span id="more-220"></span></p>
<p>E como você já sabe, ou deveria saber, a física não é exclusiva da computação, aspectos físicos estão na fundamentação de vários fenômenos, como por exemplo a sua vida e a natureza.</p>
<p>Tudo bem que o termo &#8220;físico&#8221;  pode ser empregado para outros contextos e com outros significados que não seja a ciência que estuda os fenômenos naturais como a interação da matéria e da energia, mas sinceramente é muito estranho quando você emprega-o de forma indevida tentando substituir um termo consagrado.</p>
<p>Por exemplo, temos Embedded Systems (ou sistemas embarcados em português) que é um termo que já existe desde a década de 60, quando o pai dos sistemas de navegação inercial &#8211; Charles Stark Draper &#8211;  criou o Apollo Guidance Computer, que era um sistema computacional de controle e comando do módulo Lunar  da missão Apolo. O termo então é coroa e está mais atual do que nunca, principalmente porque hoje as pessoas estão se dando conta do universo computacional onde elas vivem onde há computação embarcada em máquinas de lavar, no controle de freio do seu carro, em fornos microondas, em relógios e até em tênis entre muitos outros lugares.</p>
<p>Obviamente que qualquer um com direitos suficientes, pode ter a liberdade de atribuir qualquer nome para qualquer coisa, mas isto costuma ser mais apropriado quando o universo onde este &#8220;apelido&#8221; é utilizado seja bem íntimo e restrito ao domínio daquele que o emprega ou a obra ou a criatura ainda não possui um nome devidamente registrado ou consagrado. Rebatizar sem nexo, quando não é feito por ironia como <a title="Paul Erdös" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Paul_Erd%C5%91s" target="_blank">Paul Erdös</a> costumava fazer, é uma ação sempre passível de represália, principalmente quando o termo não agrada por não ser muito elegante ou simplesmente por ser estúpido. Quando é um termo empregado por uma comunidade é ela que poderá estranhar a nova nomenclatura, principalmente se o nome é ligeiramente desprovido de propósitos adequados.</p>
<p>No caso de Sistemas Embarcados, este nome está bastante maduro e bastante conhecido no meio industrial, acadêmico e na sociedade, que é o nome dado aos <strong>sistemas digitais microprocessados no qual o computador é encapsulado ou dedicado a um sistema controlado</strong>, sendo assim diferente de computadores de propósito geral. Obviamente que há categorias de sistemas embarcados, e alguns sistemas são mais flexíveis do que outros, porém o tipo de computação realizado com eles, seja num marca-passo ou num celular é computação embarcada, sendo um tipo de computação empregado numa grande variedade de domínios e aplicações. Na realidade, se você for analisar bem, você convive a maior parte do dia com dispositivos que realizam computação embarcada do que computação genérica, por razões óbvias! Suas CPUs muitas vezes são especializadas e o próprio processador atende um determinado propósito por concepção, podendo assim ser muito mais eficiente. Dentro deste guarda-chuva, ainda há a computação pervasiva e ubíqua, porém analisando cada um dos conceitos pode-se entender que cada terminologia é bem coerente, e apesar de parecer confusa dependendo da perspectiva de análise, se corretamente analisado percebe-se que ela é inteligente.</p>
<p>Recentemente, surgiu uma nova terminologia chamada &#8220;computação física&#8221; que designa exatamente  um subset da &#8220;computação embarcada&#8221; mas empregando seus atributos principais. Este termo é aplicado para os sistems embarcados direcionado para artes, ensino, e no geral para um grupo quase leigo em eletrônica, que sabe apenas o suficiente para realizar suas experimentações. Por um lado, é muito interessante que este público faça uso de sistemas embarcados desta forma, pois com a propagação da informação e das técnicas de desenvolvimento, a chance da tecnologia ser melhor empregada cada vez mais é sempre maior.  Porém, estes não deixaram de desenvolver sistemas embarcados, mas estão rebatizando um termo amplamente conhecido e ignoram outros que tem sido claramente empregados.  Assim como muitos colegas da comunidade industrial, aprecio muitíssimo estas atividades mas algumas terminologias como esta são de doer! Neste caso em específico por uma razão óbvia: toda computação é física, então o que há de diferente nela?</p>
<p>E então vieram me dizer:  <strong>mas você entendeu errado!</strong> Computação Física são aquelas aplicações que você consegue tocar, interagir.</p>
<p>Vamos lá, fisicamente um bit , de uma maneira geral, é uma carga elétrica acima ou abaixo de uma faixa de  nível padrão. Para se tocar uma aplicação seria necessário entrar em contato com um fluxo de elétrons, então Computação Física é a arte de desenvolver máquinas de eletrochoque? Nem isto, pois o fluxo de elétrons de uma tensão padrão de mensuração digital não costuma ser percebida pelos seres humano normais. Será que estou lidando com anormais? Bem provável&#8230;</p>
<p>Ah, não é isto! A interação são com sensores como botões, acelerômetros e atuadores como leds, motores, auto-falantes. Curioso, estes componentes e estas propriedades também são utilizados por embedded systems e a computação presente  é a embedded computing. Isto me lembra o estranho termo NoSQL; afinal, uma bicicleta não é SQL então é NoSQL, mas este termo se refere aos modelos de persistência baseado em banco de dados não relacionais e de alta performance com &#8220;novos paradigmas&#8221;, alguns existentes desde a década de 60 e 70, sei&#8230;</p>
<p>Como o termo incomoda, alguns &#8220;gurus&#8221; desta nova categoria de projetos de interação, controle, mecatrônica e robótica adoram empregá-lo,  como no caso do NoSQL. Este tipo de artifício pode ser muito útil quando se precisa chamar a atenção, mas os Sistemas Embarcados desenvolvidos com OSHW (Open Source Hardware) por hobby, aprendizado, atividade artística ou qualquer outro objetivo, já chama a atenção por si só, pela massificação de uma cultura que já existia, mas que foi repaginada de uma forma muito vigorosa dentro do contexto Open Source, ramo da computação e da eletrônica que antes era muito restrita e pela própria interação cibernética agradável que ela acaba gerando. Tornando-se um movimento extasiante, inebriante, contagiando e atraindo cada vez mais pessoas para este mundo. Portanto, a cultura OSHW não precisa reinventar terminologias e uma integração maior com a indústria, empregando os termos já existentes e caldo de galinha não faz mal a ninguém.</p>
<p>Rebatizar tem se mostrado não apenas uma prática, mas uma característica da subcultura Arduino, onde se analisarmos a plataforma é uma nova versão da Wiring mas tornou-se Arduino, o IDE que era o Processing foi rebatizado de Arduino, a linguagem virou Arduino, o termo &#8220;coreboard&#8221; tem sido substituído por Arduino, a DaughBoard virou &#8220;Shield&#8221;, a arquitetura de stack virou &#8220;expansão Arduino&#8221; e até o microcontrolador tem sido chamado de Arduino por respeitáveis revistas formadoras de opinião, socorroooo!!!!</p>
<p>Tudo bem que spin-offs são comuns e forks fazem parte da cultura Open Source, sendo até muito bem vindos em alguns casos. Certos projetos de sucesso dificilmente teriam ganhado a projeção que eles alcançaram se estivessem atrelados aos projetos originais, mas tentar utilizar e substituir terminologias e nomes consagrados numa indústria mostra-se agressivo se o novo nome não tem nexo, visto que substituir o termo &#8220;sistemas embarcados&#8221; por &#8220;computação física&#8221; é algo que não faz sentido, pois toda computação é física e esta justifica da interação é tão inocente que chega ser constrangedora. E não adianta vir dizer que é o termo mais apropriado pois designa a interação de circuitos digitais e analógicos, pois este processamento de sinais além de ser característica dos circuitos integrados também era conhecido como sinal misto (mixed signal), e qualquer significado que se tentar encontrar para justificar este nome estranho certamente esbarrará na definição de algum outro termo já existente.</p>
<p>No caso do microcontrolador AVR, que já existe desde 1996 e tinha todo um ferramental open source que é empregado pelo Arduino, e da terminologia &#8220;sistemas embarcados&#8221;, isto é até uma falta de respeito por seu legado.</p>
<p>Entendo que todo este movimento é extasiante e inebriante, assim como somos ilhados por incoerências, ilusões e irradiação de campos de distorção da realidade, porém no que tange a nossas possibilidades devemos sempre colaborar com bom senso.</p>
<p>Na minha humilde opinião, aderir a  terminologias impróprias além de incoerente não é falta de etiqueta, e inclusive tem sido observado por várias pessoas da comunidade, sendo-se que alguns até aprova o movimento Open Source Hardware que é uma repaginação do que já ocorria a décadas, mas que quando abrem certas revistas de &#8220;renome&#8221; ou navegam por algumas páginas na internet torcem o nariz para estas bobagens que são escritas e propagadas.</p>
<p>Costumo atuar em favor da comunidade Open Hardware, mas certas situações me colocam em situação tão delicada, que realmente não há como negar: alguns sub-grupos desta comunidade precisa de um pouco de maturidade, não há mais o que dizer.</p>
<p>Obviamente, cada um faz aquilo que o torna mais feliz e se quiser chamar celulares de computação falante, afinal por eles se falam;  as máquinas de lavar microcontroladas de computadores lavadores; assim como as catracas de metrô de computadores porteiros, fiquem a vontade! Mas são todos dispositivos com sistemas embarcados, seja aviônica, automotiva, telecom, automação e controle, consumo ou arte digital. Estes sempre foram e a indústria continuará chamando-as assim, então esta é uma opção de cada um: ser coerente ou não.</p>
<p>E por enquanto é isto.</p>
<p>Namastê!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/techberto.wordpress.com/220/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/techberto.wordpress.com/220/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/techberto.wordpress.com/220/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/techberto.wordpress.com/220/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/techberto.wordpress.com/220/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/techberto.wordpress.com/220/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/techberto.wordpress.com/220/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/techberto.wordpress.com/220/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/techberto.wordpress.com/220/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/techberto.wordpress.com/220/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/techberto.wordpress.com/220/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/techberto.wordpress.com/220/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/techberto.wordpress.com/220/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/techberto.wordpress.com/220/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=techberto.wordpress.com&amp;blog=400569&amp;post=220&amp;subd=techberto&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Armadilha de Arco-Íris e o futuro da computação</title>
		<link>http://techberto.wordpress.com/2010/03/07/armadilha-de-arco-iris-e-o-futuro-da-computacao/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 00:48:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>techberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[/* geek */]]></category>
		<category><![CDATA[computação quântica]]></category>
		<category><![CDATA[fotonica]]></category>
		<category><![CDATA[neurociência]]></category>
		<category><![CDATA[neuroengenharia]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 2007 dois pesquisadores britânicos teorizaram um dispositivo que eles chamaram de &#160;&#8221;alçapão de&#160;arco-íris&#8221;, sendo um dispositivo composto por uma lenteque seria responsável pela reflexão, dispersão e refração de um feixe de luz para o interior do artefato que teria uma&#160;&#160;placa com várias camadas de espelhos de metamateriais que poderia capturar o feixe de luz, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=techberto.wordpress.com&amp;blog=400569&amp;post=204&amp;subd=techberto&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2007 dois pesquisadores britânicos teorizaram um dispositivo que eles chamaram de &nbsp;&#8221;alçapão de&nbsp;arco-íris&#8221;, sendo um dispositivo composto por uma lente<img class="alignright" src="http://www.newscientist.com/data/images/ns/cms/dn18205/dn18205-2_300.jpg" alt="" width="300" height="229"/>que seria responsável pela reflexão, dispersão e refração de um feixe de luz para o interior do artefato que teria uma&nbsp;&nbsp;placa com várias camadas de espelhos de metamateriais que poderia capturar o feixe de luz, não permitindo sua dispersão:</p>
<p><img src="http://techberto.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" class="mceWPmore mceItemNoResize" title="Mais..."/></p>
<p><a href="http://spie.org/x25478.xml?ArticleID=x25478" target="_blank">Stopping light in metamaterials: the trapped rainbow</a></p>
<p>Na época vários grupos ao redor do mundo, acreditando na teoria trabalharam alucinadamente tentando criar um protótipo funcional deste dispositivo e no final de 2009 um grupo de pesquisadores americanos conseguiu obter sucesso e com um aparato muito simples provaram o conceito da &#8220;armadilha de arco-íris&#8221;, demonstrando que os físicos britânicos estavam certos:</p>
<p><a href="http://www.newscientist.com/article/dn18205-rainbow-trapped-for-the-first-time.html" target="_blank">Rainbow trapped for the first time</a></p>
<p>Quando comentei este feito com um colega pela primeira vez, logo que via a notícia na semana que ela foi publicada na <a href="http://www.newscientist.com/article/dn18205-rainbow-trapped-for-the-first-time.html" target="_blank">New Scientist,</a> ele fez aquele clássico comentário: este pessoal não tem nada mais importante para fazer?</p>
<p>Bem, esta técnica poderá ser útil para armazenar informações de forma puramente ótica, algo que irá revolucionar a computação (e talvez a vida) no futuro, eliminando a necessidade de conversões de sinais óticos em eletrônicos, facilitando o processo de &nbsp;manipulação de fótons&nbsp;e proporcionando a criação de &nbsp;meios de armazenamento de informações revolucionário. E considerando que em 2009 também surgiu o primeiro&nbsp;<a href="http://www.sciencemag.org/cgi/content/abstract/325/5945/1221" target="_blank">processador quântico fotônico autêntico</a> podemos elucubrar que parte do futuro da computação está na fotônica e esta nova descoberta é certamento um grande marco.</p>
<p>Quer algo mais útil do que isto? <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Ruminando e divagando sobre este assunto com um amigo este final de semana, ele lembrou do filme Minority Report e de um cartão &nbsp;de armazenamento que parecia que as imagens estavam armazenadas de modo fotônico, visto que elas podiam ser parcialmente vistas sem mesmo estar no seu respectivo driver de leitura.</p>
<p>Com a evolução das pesquisas do grafeno, dos metamateriais e outros daqui a alguns anos silício será coisa do passado, se bobear armazenamento magnético também e por consequencias do entrelaçamento quântico a velocidade da luz irá parecer velocidade tartarugal, imaginou como será a computação e o futuro das telecomunicações?</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://www.revistaogrito.com/page/wp-content/uploads/2009/08/computer-mediated-telepathy.jpg" alt="" width="520" height="250"/></p>
<p>No final de 2008, escrevi um <a href="http://techberto.wordpress.com/2008/12/04/prospeccoes/" target="_blank">post</a> onde eu brincava que em 2050 &#8220;telepatia sintética&#8221; seria coisa do passado, bom, o <a href="http://www.wired.com/dangerroom/2008/08/army-funds-synt/" target="_blank">DARPA tem financiado pesquisas nesta área</a> e isto&nbsp;<img class="alignright" src="http://www.thinkgeek.com/images/products/front/bf1b_star_wars_force_trainer_combo.jpg" alt="" width="220" height="242"/>da tem a ver com ESP, visto que a tecnologia é puramente baseada em neurociência e telecomunicações, sendo-se que o artefato que possibilitará tal feito é puramente um dispositivo de neuroengenharia, área que tende a evoluir muito no futuro e aposto que vários dos &#8220;neuroengenheiros&#8221; serão nascerão a partir do fascínio pelos brinquedos <a href="http://mindflexgames.com/" target="_blank">Mindflex</a> e o <a href="http://www.thinkgeek.com/geek-kids/7-13-years/bf1b/" target="_blank">Star Wars Force Trainer</a>.</p>
<p>Mas o quê a armadilha de arco-íris e a q-telepatia tem em comum? A resposta é: computação quântica. A neuroengenharia continuará presente, porém o processador quântico será peça fundamental.</p>
<p>E breve, os&nbsp;<a href="http://malditoscyborgs.org/dam/english/articles/cyborgism/basement_neurohackers.html" target="_blank">neurohackers</a> já não serão mais atores da ficção cyberpunk e sim do novo contexto neurotecnológico do balaio de gato que será o admirável mundo novo da computação, fico imaginando a segunda (ou será terceira?) geração que será os <span style="font-weight:bold;" class="Apple-style-span">q-neurohackers</span>.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/techberto.wordpress.com/204/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/techberto.wordpress.com/204/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/techberto.wordpress.com/204/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/techberto.wordpress.com/204/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/techberto.wordpress.com/204/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/techberto.wordpress.com/204/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/techberto.wordpress.com/204/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/techberto.wordpress.com/204/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/techberto.wordpress.com/204/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/techberto.wordpress.com/204/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/techberto.wordpress.com/204/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/techberto.wordpress.com/204/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/techberto.wordpress.com/204/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/techberto.wordpress.com/204/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=techberto.wordpress.com&amp;blog=400569&amp;post=204&amp;subd=techberto&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Mais...</media:title>
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	</item>
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		<title>MRNN Brasil &#8211; Para discussão de soluções MRNN ( N1NF &#124; NoSQL &#8211; NotOnlySQL )</title>
		<link>http://techberto.wordpress.com/2010/01/31/mrnn-brasil-para-discussao-de-solucoes-mrnn-n1nf-nosql-notonlysql/</link>
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		<pubDate>Sun, 31 Jan 2010 15:45:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>techberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coder]]></category>
		<category><![CDATA[database]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[SGBD]]></category>
		<category><![CDATA[MRNN]]></category>
		<category><![CDATA[N1NF]]></category>
		<category><![CDATA[NF2]]></category>
		<category><![CDATA[NFe]]></category>
		<category><![CDATA[NoSQL]]></category>

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		<description><![CDATA[Apesar de extremamente prazeroso (ou às vezes nem tanto) acompanhar mailists e foruns nem sempre é tarefa fácil, seja pelo rumo que certas discussões geram, pela falta de tempo  ou às vezes pela questão do foco. Acredito eu, que eventualmente todos vêem um assunto que é meio (ou inteiramente) off-topic sendo tratado com certo pudor, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=techberto.wordpress.com&amp;blog=400569&amp;post=198&amp;subd=techberto&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de extremamente prazeroso (ou às vezes nem tanto) acompanhar mailists e foruns nem sempre é tarefa fácil, seja pelo rumo que certas discussões geram, pela falta de tempo  ou às vezes pela questão do foco. Acredito eu, que eventualmente todos vêem um assunto que é meio (ou inteiramente) off-topic sendo tratado com certo pudor, mas que você gostaria que a discussão evoluísse mas a própria lista e a netiqueta não permite.</p>
<p>Alguns dizem que a relação entre arquiteto e programador é de confiança e compreensão, arquitetos não confiam em programadores e estes não compreendem os arquitetos!</p>
<p><span id="more-198"></span></p>
<p>Esta afirmação pode parecer exagerada (como de fato é) mas recentemente identifiquei exatamente esta situação numa reunião onde o foco era NoSQL, atritos à parte, na hora pensei que este é um assunto que merece ser profundamente e adequadamente discutido e difundido e ver ele restrito a censura ou limite dos off topics era algo cruel, e isto me fez lembrar de algumas conversas que tive, sendo uma delas com o <a href="http://blog.pedro.lamarao.nom.br/" target="_blank">Pedro Lamarão</a> (figura carimbada do grupo C &amp; C++ Brasil) num happy hour e outra com o <a title="Jack Ganssle" href="http://www.ganssle.com/bio.htm" target="_blank">Jack Ganssle</a> (quando ele esteve no Brasil para o workshop que o <a href="http://www.embarcados.com.br/" target="_blank">Portal Embarcados</a> promoveu sobre Engenharia de Software) no qual o foco de ambas conversas foi o estímulo e a iniciativa. Pra ser sincero, foi com este foco que convidamos o <a href="http://felipetonello.com/blog/" target="_blank">Felipe Tonello </a> para palestrar no <a href="http://www.ccppbrasil.org/wiki/Grupo:Encontro_VI" target="_blank">VI Encontro de Programadores do grupo C &amp; C++ Brasil</a> (que vai ocorrer no próximo sábado dia 06/02/2010) para falar sobre seu projeto RoboQT, é com esta abordagem em mente pensei que era necessários fazer algo em ralação ao NoSQL&#8230;</p>
<p>Como muitos sabem:</p>
<p>DBMS != SQL<br />
SQL != Evil<br />
NoSQL != Paraíso</p>
<p>Para aqueles que apreciam o assunto e desejam discuti-los sem a preocupação de criar &#8220;OFF TOPICS&#8221;, com o  propósito de criar um canal<br />
independente (de linguagens de programação e DBMS) destinada para a discussão de Banco (não bando) de Dados não relacionais - NF², NF2, N1NF (non first normal form) , MRNN (Modelo Relacional Não-Normalizado) também conhecidos como nested relational, dimensional, multivalue, free-form, schemaless porém mais populares como NoSQL (Not Only SQL) criei a lista MRNN-Brasil:</p>
<p><a href="http://groups.google.com/group/MRNN-Brasil" target="_blank">http://groups.google.com/group/MRNN-Brasil</a></p>
<p>O foco é tratar o assunto sem pudores de abordagens acadêmicas,<br />
profissionais ou produtos podendo ser tratado tanto BigTable (???),<br />
Dynomite, Riak, Cassandra, CouchDB,  HBase, Sherpa, Voldemort, Tokyo<br />
Cabinet, MongoDB como as bibliotecas das mais diversas linguagens, sejam elas C, C++, Python, ERlang, Go, Haskell, Ruby, Brainfuck ou Whitespace ou até novas iniciativas; seja do ponto de vista de arquitetura, programação, segurança ou o que for, mas obviamente relacionado com MRNNs.</p>
<p>Talvez eu não tenha procurado direito, mas como eu não havia encontrado nada semelhante em Pt-BR, resolvi tomar esta iniciativa.</p>
<p>A escolha de um nome do vernáculo foi em razão de que NoSQL não intui muito para o que ele realmente representa (Not Only SQL) e esta NÃO é uma lista não para aqueles que relacionam SQL com algo do mal e NoSQL dá impressão de ser  uma campanha anti-SQL; mesmo que no fundo esta &#8221;buzzword&#8221; não (?!?!) signifique  isto e após estímulo (indireto) do <a href="http://blog.ramgarlic.com/" target="_blank">Luciano Ramalho</a> (que é um entusiasta do assunto tanto quanto ele é de Python) acabei adotando o nome MRNN-Brasil ao invés de NoSQL-Brasil.</p>
<p>Espero que  iniciativa possa ser útil para a comunidade.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/techberto.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/techberto.wordpress.com/198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/techberto.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/techberto.wordpress.com/198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/techberto.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/techberto.wordpress.com/198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/techberto.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/techberto.wordpress.com/198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/techberto.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/techberto.wordpress.com/198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/techberto.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/techberto.wordpress.com/198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/techberto.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/techberto.wordpress.com/198/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=techberto.wordpress.com&amp;blog=400569&amp;post=198&amp;subd=techberto&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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