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	<title>Inno::Blog /* by Alberto Fabiano */</title>
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	<description>Ciência, tecnologia, programação, música e insights geeks do meu hermético box nervoso...</description>
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		<title>Inno::Blog /* by Alberto Fabiano */</title>
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		<title>Go: C + Python com tempero de Erlang, Oberon, Limbo para concorrer com C++ by Google</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 22:45:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>techberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[/* Innovations */]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma linguagem com as facilidades sintáticas de Python, porém estática e que gere executáveis com opcodes com pouca dependência e desempenho similar aos de C e que desfrute dos recursos computacionais de concorrência que os atuais processadores e computadores oferecem com facilidade é algo que muitos, a muito tempo desejavam.  Conheço engenheiros que só tem [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=techberto.wordpress.com&blog=400569&post=153&subd=techberto&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="alignright" title="Go Lang" src="http://static.arstechnica.com/go_google_go_ars.png" alt="Go Mascote " width="300" height="169" />Uma linguagem com as facilidades sintáticas de Python, porém estática e que gere executáveis com opcodes com pouca dependência e desempenho similar aos de C e que desfrute dos recursos computacionais de concorrência que os atuais processadores e computadores oferecem com facilidade é algo que muitos, a muito tempo desejavam.  Conheço engenheiros que só tem C e Assembly como opção e que sempre costuma afirmar que &#8220;odeiam C&#8221;, pelos clássicos problemas da linguagem e compiladores.</p>
<p>Para minha surpresa li este artigo ontem no Slashdot:</p>
<p><strong><a title="Go Lang by Slashdot" href="http://developers.slashdot.org/story/09/11/11/0210212/Go-Googles-New-Open-Source-Programming-Language" target="_blank">Go, Google&#8217;s New Open Source Programming Language</a></strong></p>
<p><strong><span id="more-153"></span></strong></p>
<p>E como ele fazia referência a um artigo na ARS Technica, fui conferir a notícia:</p>
<p><strong><a title="Go Lang by ARS" href="http://arstechnica.com/open-source/news/2009/11/go-new-open-source-programming-language-from-google.ars" target="_blank">Go: new open source programming language from Google</a></strong></p>
<p>Go, como toda linguagem,  nasceu de necessidades, frustrações e certamente surpreenderá,  logo criará uma legião de fãs assim como frustrará muitos outros, mas sendo Open Source e com uma licença <a href="http://golang.org/LICENSE" target="_blank">BSD-Style</a> ela tem potencial de agregar muitos  desenvolvedores ao seu core-development. Particularmente eu já instalei, comecei a brincar já me frustrei mas amei as goroutines.</p>
<p>O dilema que está em sua motivação é muito parecido com o que alguns já passaram em certos desenvolvimentos, escolher entre uma linguagem com compilação eficiente, execução performática e facilidade de programação; para oferecer tudo isto nativamente numa única linguagem de programação os autores resolveram partir para seu desenvolvimento.</p>
<p>Para quem dizia que eu era meio maluco por gostar de Haskell, Erlang, C++ e Python e uma linguagem ideal seria a que fosse uma composição de características de todas elas, tive uma fantástica surpresa, além de uma (quase) decepção!</p>
<p>A surpresa fantástica, veio pelo fato que o Google busca com este empreendimento:</p>
<p>- &#8220;Uma nova linguagem de programação que busca a performance com concorrência embutida, que é quase comparável a C, mas com a sintaxe mais expressiva e compilação rápida&#8221; e além de tudo ela tem pedigree! Pois entre seus projetistas estão Robert Griesemer, <a href="http://www.usenix.org/publications/login/1997-12/interview.html" target="_blank">Russ Cox</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Limbo_(programming_language)" target="_blank">Rob Pike</a> (um dos pais da linguagem Limbo e do Plan9) e <a title="O K de K &amp;R - Um dos pais da linguagem C" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ken_Thompson" target="_blank">Ken Thompson</a>;  K, apesar de dispensar apresentações  apenas para recordar ele  é um dos pais da linguagem B,  do UNIX e também trabalhou no projeto do Plan9.</p>
<div>Além da inspiração sintática básica de C ela  &#8221;tenta&#8221; combinar as facilidades das linguagens dinâmicas (Python e JavaScript), com contribuições de Pascal/Modula/Oberon (quanto a declarações e packages), além de algumas idéias de Erlang, CSP, Newsqueak e Limbo (na concorrência). Porém, é uma nova linguagem!</div>
<p>Da ARS Technica eu fui direto para o site do projeto: <a title="GO Lang" href="http://golang.org/" target="_blank">golang.org</a></p>
<p>E encontrei mais algumas definições curiosas:</p>
<p>- &#8220;Go&#8221; buscou inspirações em todas estas linguagens para criar uma de propósito geral, projetada com &#8220;systems programming&#8221; em mente, &#8220;fortemente tipada&#8221; (aqui eles não beberam na fonte de Python) e com uso de garbage-collect (tsc) com suporte nativo a programação concorrente  e com gramática compacta e regular, isto tudo soa muito interessante.</p>
<p>Porém, no site do projeto um dos links me chamou muito a atenção:</p>
<p><a href="http://golang.org/doc/go_for_cpp_programmers.html">Go for C++ Programmers</a></p>
<p>Como o foco dela é &#8220;system programming&#8221; e por  suas características performáticas, de cara já forçar um replace de C++ era esperado. Será este um grande golpe em C++ ou um golpe mortal na linguagem D? Por outro lado lembro-me da afirmação do <a href="http://herbsutter.wordpress.com/" target="_blank">Herb Sutter</a> que os programadores C++ são os mais abertos a aprenderem novas linguagens, esta afirmação nem sempre me parece verdadeira, mas para os casos onde ela se aplica (que são muitos) o foco do Google parece estar correto.</p>
<p>Agora, veja esta simples comparação sintática:</p>
<pre><strong>Go                           C++</strong>
var v1 int;               // int v1;
var v2 string;            // const std::string v2;  (approximately)
var v3 [10]int;           // int v3[10];
var v4 []int;             // int* v4;  (approximately)
var v5 struct { f int };  // struct { int f; } v5;
var v6 *int;              // int* v6;  (but no pointer arithmetic)
var v7 map[string]int;    // unordered_map&lt;string, int&gt;* v7;  (approximately)
var v8 func(a int) int;   // int (*v8)(int a);</pre>
<p>De cara ela me irrita  pois <em><strong>var <span style="font-style:normal;font-weight:normal;">me lembra Pascal, mas a declaração de struct me pareceu mais elegante e prefiro declarações explícitas de funções, classes e métodos, ponto para Go.</span></strong></em></p>
<p><em><strong><span style="font-style:normal;font-weight:normal;">Outro detalhe que me chamou a atenção é que por enquanto há compiladores disponíveis para Linux e Mac OS X que geram opcodes para AMD64 (x86 e 64 bits), x86 de 32 bits e está no forno um compilador ARM! Será que ele permitirá compilação bare-metal para produção de firmware? Tenho suspeita que sim.</span></strong></em></p>
<p>Vejam algumas diferenças conceituais entre C++ e Go:</p>
<ul>
<li>Go não tem classes com  construtores ou destrutores. Mas sim  métodos de classe, uma hierarquia de herança de classes e funções virtuais, ela  fornece interfaces que são utilizadas como os templates de C++; portanto ela oferece programação genérica.</li>
<li>Go  usa garbage collection.  Não é possível  liberar memória explícitamente.  Este gerenciamento de memória &#8220;pretende&#8221; ser incremental e  altamente eficiente em processadores modernos.</li>
<li>Go tem ponteiros, mas não a aritmética de ponteiro. Não é possível empregar um ponteiro para percorrer os bytes de uma string.</li>
<li>Arrays são valores de primeira classe. Quando um array é usado como um parâmetro de função, a função recebe uma cópia da matriz, não um ponteiro para ele. No entanto, na prática, muitas funções usam &#8220;slices&#8221; de parâmetros; &#8220;slices&#8221; suportam os ponteiros para arrays subjacentes. &#8220;Slice&#8221; é um recurso importante da linguagem.</li>
<li>Strings são fornecidas pela linguagem. Mas elas não podem ser alteradas depois de sua criação.</li>
<li>Tabelas hash são fornecidas pela linguagem. Eles são chamados de maps.  Velhos conhecidos de outra linguagens.</li>
<li>Threads são separadas da execução, e os canais (channels) de comunicação entre eles, são fornecidos pela linguagem.</li>
<li>Certos tipos (maps e channels)  são passados por referência, não pelo valor. Ou seja, passar um map para uma função não é copiar o map, e  as alterações da função do map são vistas pelo invocador.  Como referências de tipos de C++, porém mais similar como é em Python.</li>
<li>Go não usa &#8220;header files&#8221;. Em vez disso, cada arquivo fonte é parte de um <em>package</em> definido, similar a Python, Oberon e Pascal. Quando um <em>package </em>define um objeto (tipo, constante, variável, função) com um nome começando com uma letra maiúscula, esse objeto é visível a qualquer outro arquivo que importe esse <em>package</em>.</li>
<li>Ela não oferece suporte a conversão implícita de tipo. Operações que misture tipos diferentes requerem casts (que em Go são chamadas de conversions).</li>
<li>Go não suporta sobrecarga de funções e não suporta os operadores definidos pelo usuário.</li>
<li>Go não suporta os qualificadores <strong>const</strong> ou <strong>volatile</strong>.</li>
<li>Ela  usa <strong>nil</strong> para ponteiros inválidos e  C++ usa NULL ou simplesmente 0.</li>
</ul>
<p>Sobre as diferenças sintáticas recomendo realmente a leitura da página <a href="http://golang.org/doc/go_for_cpp_programmers.html">Go for C++ Programmers</a>, mas antes a leitura dos documentos <a href="http://golang.org/doc/go_tutorial.html">Tutorial</a>, <a href="http://golang.org/doc/effective_go.html">Effective Go</a>,  <a href="http://golang.org/doc/go_lang_faq.html">Language Design FAQ</a>, <a href="http://golang.org/doc/go_spec.html">Language Specification</a> entre outros documentos para o  entendimento de alguns conceitos como as fantásticas goroutines. Porém se o tempo permitir, assista a apresentação do Rob Pike  no Tech Talk, chamada <a title="YouTube: What is Go?" href="http://www.youtube.com/watch?v=rKnDgT73v8s" target="_blank">What is Go?</a></p>
<p>Confesso que algumas características não me agradaram muito, já outras me pareceram muito interessantes, porém ainda é cedo para apresentar uma avaliação. Entrei na <a href="http://groups.google.com/group/golang-nuts">Go Nuts!</a> que é a lista oficial da  linguagem e com 2 dias de existência ela já tinha mais de 800 mensagens e 1.200 membros. Será que esta linguagem irá revolucionar? Um ponto positivo é que ela é Open Source porém patrocinada pelo Google, well&#8230; tenho minhas suspeitas que sim e em pouco tempo ela irá causar uma reviravolta.</p>
<p>Maiores detalhes acessem o site oficial do projeto: <a href="http://www.golang.org/">golang.org</a></p>
<p>PS: Já estou vendo os anúncios de emprego solicitando programadores com 2 a 5 aos de experiência em G0, antes mesmo do lançamento da linguagem completar 1 ano! <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
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	</item>
		<item>
		<title>II Seminário C &amp; C++ para Sistemas Embarcados</title>
		<link>http://techberto.wordpress.com/2009/10/18/ii-seminario-c-c-para-sistemas-embarcados/</link>
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		<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 19:29:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>techberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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		<description><![CDATA[É com grande prazer que depois de alguns meses sem postar nada por aqui, venho quebrar o silêncio com uma notícia super interessante.
Depois do sucesso do evento do ano passado, este ano o Portal Embarcados, a Tempo Real Eventos e o grupo C &#38; C++ Brasil realizará a segunda edição do Seminário C &#38; C++ [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=techberto.wordpress.com&blog=400569&post=148&subd=techberto&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>É com grande prazer que depois de alguns meses sem postar nada por aqui, venho quebrar o silêncio com uma notícia super interessante.</p>
<p>Depois do sucesso do <a title="I Seminário C &amp; C++ para Sistemas Embarcados" href="http://techberto.wordpress.com/2008/11/18/notas-sobre-o-seminario-c-c-para-sistemas-embarcados-2/" target="_blank">evento </a>do ano passado, este ano o Portal Embarcados, a Tempo Real Eventos e o grupo C &amp; C++ Brasil realizará a segunda edição do Seminário C &amp; C++ para Sistemas Embarcados.</p>
<p>Com palestrantes  de alto-nível e conteúdo super-interessante,  como o do ano passado, ele está imperdível!</p>
<p>Ele  acontecerá no dia 14 de novembro de 2009, em São Paulo, no Century Hotel, maiores detalhes vejam <a title="II Seminário C &amp; C++ para Sistemas Embarcados" href="http://tr.im/semccppemb" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Nos vemos lá.</p>
<p>Nasmastê!</p>
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		<title>eLua: Embedded Systems no mundo de Lua</title>
		<link>http://techberto.wordpress.com/2008/12/06/elua-embedded-systems-no-mundo-de-lua/</link>
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		<pubDate>Sat, 06 Dec 2008 13:19:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>techberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[/* Innovations */]]></category>
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		<category><![CDATA[Microcontroladores]]></category>
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		<description><![CDATA[    Em 1996 eu fiquei extremamente feliz quando recebi minha edição da Dr.Dobbs e vi um artigo escrito por brasileiros chamado &#8220;Lua: an extensible embedded language&#8221;, confesso que fiquei tão surpreso que acabei comentando com vários colegas sobre o artigo e sobre esta linguagem que eu já tinha ouvido falar mas não conhecia ainda e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=techberto.wordpress.com&blog=400569&post=143&subd=techberto&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>    Em 1996 eu fiquei extremamente feliz quando recebi minha edição da Dr.Dobbs e vi um artigo escrito por brasileiros chamado &#8220;Lua: an extensible embedded language&#8221;, confesso que fiquei tão surpreso que acabei comentando com vários colegas sobre o artigo e sobre esta linguagem que eu já tinha ouvido falar mas não conhecia ainda e acabei ficando com o estigma de ser o &#8220;cara do Lua&#8221; por alguns meses. Oito anos depois, ao encontrar um colega de faculdade ele veio me perguntar se eu &#8220;ainda&#8221; programava em Lua.</p>
<p>    Após 11 anos, tive outra boa surpresa quando conheci o projeto eLua, que é mantido pelo romeno <strong><a href="http://www.giga.puc-rio.br/cgi-bin/elua.cgi?p=Contact">Bogdan Marinescu</a></strong> em conjunto com o brasileiro <strong><a href="http://www.giga.puc-rio.br/cgi-bin/elua.cgi?p=Contact">Dado Sutter </a></strong> do laboratório LED da <a href="http://www.puc-rio.br/">PUC-Rio</a>, que basicamente é um projeto que insere Lua no contexto de programação de microcontroladores, oferecendo melhor reusabilidade de código e redução de complexidade e custo de desenvolvimento. </p>
<p>    Hoje ele tem suporte para as plataformas LM3S, AT91SAM, STR9, STR7, LPC2888, i386 e segundo o Dado Sutter logo o eLua estará suportando novas MCUs, assim como mais exemplos tem sido escritos com boa frequencia e novos módulos estão em desenvolvimento.  Eu o testei no meu <a href="http://techberto.wordpress.com/2008/10/26/open-hardware-meus-insetos/" target="_blank">AT91SAM7&#215;256 </a>e  fiquei muito entusiasmado com o projeto.   </p>
<p>    Para quem ficou interessado em saber um pouco mais sobre o e-Lua,  o projeto está com um novo site &#8211; baseado no <a href="http://sputnik.freewisdom.org/" target="_blank">Sputnik</a>  que é um Wiki engine 100% escrito em Lua &#8211;  e a URL oficial do projeto é   <a href="http://www.eluaproject.net/" target="_blank">www.eluaproject.net</a></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/techberto.wordpress.com/143/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/techberto.wordpress.com/143/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/techberto.wordpress.com/143/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/techberto.wordpress.com/143/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/techberto.wordpress.com/143/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/techberto.wordpress.com/143/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/techberto.wordpress.com/143/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/techberto.wordpress.com/143/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/techberto.wordpress.com/143/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/techberto.wordpress.com/143/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=techberto.wordpress.com&blog=400569&post=143&subd=techberto&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Prospecções</title>
		<link>http://techberto.wordpress.com/2008/12/04/prospeccoes/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 16:29:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>techberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[/* Innovations */]]></category>

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		<description><![CDATA[Talvez um teco influenciado pelo documento &#8220;Prospectiva Estratégica, Metodologia de Descrição de Cenários&#8221; temperada a puro palpite visionário, outro dia quando na piclistbr o Mak lançou esta:
1996 &#8211; um supercomputador usava 10 mil processadores Pentium Pro clocados a
200 MHz pra atingir 1 teraflops (um trilhão de operações matemáticas por
segundo). ocupava um andar inteiro de um [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=techberto.wordpress.com&blog=400569&post=139&subd=techberto&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Talvez um teco influenciado pelo documento &#8220;<a href="http://www.sagres.org.br/biblioteca/metodologia.pdf">Prospectiva Estratégica, Metodologia de Descrição de Cenários</a>&#8221; temperada a puro palpite visionário, outro dia quando na piclistbr o Mak lançou esta:</p>
<p><em>1996 &#8211; um supercomputador usava 10 mil processadores Pentium Pro clocados a<br />
200 MHz pra atingir 1 teraflops (um trilhão de operações matemáticas por<br />
segundo). ocupava um andar inteiro de um laboratório no Novo México. Ele<br />
consumia absurdos 500 kW e, pasme, mais 500 kW só de cooler, ar-condicionado<br />
e tudo o mais para manter a sala geladinha e não pifar a bagaça.</em></p>
<p><em>2008 &#8211; uma Radeon HD 4870, placa de video das mais rápidas atualmente,<br />
atinge esse mesmo número de flops com apenas um chip. A placa de vídeo da<br />
AMD, assim como as outras dessa categoria, cabe num slotzinho PCI Express e<br />
gasta 110 watts, o que já é uma cavalice.</em></p>
<p><em>2015 &#8211; tentem fazer uma projeção&#8230;</em></p>
<p><em>Fonte: PAPO DE MICREIRO: </em><em><a href="http://info.abril.com.br/blog/papodemicreiro/20081104_listar.shtml?125707" target="_blank">O lado hardcore da tecnologia, </a><span style="font-style:normal;"><a href="http://info.abril.com.br/blog/papodemicreiro/20081104_listar.shtml?125707" target="_blank">   Placa de vídeo ou arma de detonação em massa</a>? por Marco Aurélio Zanni</span></em></p>
<p>E lancei o seguinte cenário:</p>
<p>2050: Life, the Universe and Everything:  q-bits e processamento de<br />
chuckflops por segundo serão triviais. Seth Lloyd e Miguel Nicolelis<br />
serão mais populares que Von Newman e Alan Turing. Haverá dispositivos<br />
computacionais com processamento de chuckflops do tamanho de um<br />
alfinente  usados como implantes com baterias recarregáveis via<br />
wireless. Todo boteco terá um recarregador wireless. Estes implantes<br />
computacionais usarão o protocolo 802.11xyz para se conectar com a<br />
spacenet, seja da Terra ou de Marte e a segunda língua mundial será o<br />
chinês. Via 802.11xyz q-telepatia será algo muito comum; porém isto<br />
será coisas para os jovens, a galerinha de 80 e 90 anos ainda usará<br />
menssegers baseado nos protocolos XMPP em seus handhelds.</p>
<p>A plebe ainda usará estes dispositivos de 2015, com PCs digitais com<br />
placas de vídeo com meros 100 teraflops consumindo os exagerados 70<br />
Watts, utilizando toda a arcaica tecnologia digital binária. Ainda<br />
existirão analfabetos digitais e ONGs lutando contra a fome mundial,<br />
isto em 2050.</p>
<p>2100: Em 2100 os Estados Unidos elegerá o primeiro presidente<br />
marciano, descendente de terráqueos chineses e brasileiros, que foram<br />
para a colônia marciana em 2060, que se promoveu a base de q-telepatia.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>OK: Para justificar este minha prospecção eu teria que escrever um relatório de mais de 100 páginas, mas está aí um cenário factível, não exatamente nestas datas e com esta terminologia, mas num futuro não muito distante.</p>
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		<title>Notas sobre o Seminário C &amp; C++ para Sistemas Embarcados</title>
		<link>http://techberto.wordpress.com/2008/11/18/notas-sobre-o-seminario-c-c-para-sistemas-embarcados-2/</link>
		<comments>http://techberto.wordpress.com/2008/11/18/notas-sobre-o-seminario-c-c-para-sistemas-embarcados-2/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 02:50:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>techberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[C++]]></category>
		<category><![CDATA[embedded systems]]></category>

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		<description><![CDATA[Numa conversa de boteco a uns 6 anos atrás com alguns colegas, falávamos de bits, bytes, C, programação, redes e clusters; eis que surge uma idéia  (talvez inovadora) de distribuição de carga em clusters utilizando pirometro óptico, termômetro digital, amperímetros criando uma grande rede de sensoriamento visando não apenas o balanceamento computacional mas também a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=techberto.wordpress.com&blog=400569&post=130&subd=techberto&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Numa <a href="http://hackhour.tripod.com/" target="_blank">conversa de boteco</a> a uns 6 anos atrás com alguns colegas, falávamos de bits, bytes, C, programação, redes e clusters; eis que surge uma idéia  (talvez inovadora) de distribuição de carga em clusters utilizando pirometro óptico, termômetro digital, amperímetros criando uma grande rede de sensoriamento visando não apenas o balanceamento computacional mas também a economia de energia através do equilíbrio térmico e de consumo de energia no datacenter. Foi neste contexto que foi inserido o assunto microcontroladores na conversa e a maioria dos colegas que estavam na mesa ficaram fascinados. Curiosamente, lendo o blog <a href="http://blogs.msdn.com/otavio/archive/2008/11/09/cool-2x.aspx" target="_blank">Arquitetura em Pauta</a> o Otávio comentou que no PDC houve uma apresentação que demonstrou <a href="http://research.microsoft.com/research/pubs/view.aspx?type=Technical%20Report&amp;id=1303&amp;0sr=a" target="_blank">solução similar</a> e vejo agora que a viagem não era tão grande.</p>
<p>Mas voltando às <a href="http://hackhour.tripod.com/" target="_blank">conversas de boteco</a>, já naqueles tempos conversávamos sobre a idéia de encontros e eventos específicos para programadores de C &amp; C++, sendo-se que dentre estes ao menos um deveria ser exclusivo de embedded systems voltados para microcontroladores e como já <a href="http://techberto.wordpress.com/2008/10/26/seminario-c-c-para-sistemas-embarcados/" target="_blank">comentado anteriormente</a> que iria ocorrer, foi realizado no dia 08/11 o <a href="http://www.temporealeventos.com.br/?area=118" target="_blank">seminário C &amp; C++ para Sistemas Embarcados</a>, onde o foco foi adivinha o quê? Sobre o que lá ocorreu, é possível ficar sabendo pelos blogs do <a href="http://dqsoft.blogspot.com/2008/11/seminario-c-para-sistemas-embarcados.html" target="_blank">DQ</a> , <a href="http://pedrolamarao.blogspot.com/2008/11/atividades.html" target="_blank">P.</a> e do <a href="http://www.embarcados.com.br/Blogs/Blogs-Embarcados/O-desafio-em-tentar-organizar-e-realizar-um-evento.html" target="_blank">Diego</a>, assim como por threads na <a href="http://groups.google.com/group/ccppbrasil/browse_thread/thread/53b3a4bc9bd9f041/fbf7001bab3f0230?lnk=gst&amp;q=notas#fbf7001bab3f0230" target="_blank">ccppbrasil</a>, <a href="http://br.groups.yahoo.com/group/programa_embedded_software/message/1803" target="_blank">programa embedded software</a> e <a href="http://br.groups.yahoo.com/group/sis_embarcados/message/3845" target="_blank">sis_embarcados</a>.</p>
<p>Em paralelo, num outro evento que estava ocorrendo no mesmo dia em São Paulo, o <a href="http://lameiro.wordpress.com/2008/11/11/yahoo-open-hack-day-brazil-2008/">Lameiro</a> e uma galera do Grupy-SP  fez uma implementação pitoresca de <a href="http://www.research.rutgers.edu/~mini/sensornetworks.html" target="_blank">sensor networks</a> utilizando AVR numa placa <a href="http://www.arduino.cc/en/Main/ArduinoBoardDiecimila" target="_blank">Arduino Diecimila</a> que pela idéia inovadora recebeu um prêmio especial.</p>
<p>Portanto vemos que o assunto microcontroladores está ficando cada vez mais pop, assim como sensor networks que tem sido o campo onde microcontroladores tem sido largamente utilizados, seja para segurança da informação, segurança privada ou telemetria; tornando telematics algo cada vez mais presente em nosso dia-a-dia.</p>
<p>E os feedbacks do seminário foram excepcionais, muito acima do normal, mais críticos do que recebemos dos outros eventos, superando expectativas e nos mostrando que este público de embedded systems quer eventos diferentes do que eles estão acostumados a presenciar, quase nos intimando a repetir a dose e experimentar outros formatos mais ousados; o que na medida do possível tentaremos realizar. Portanto, pedido anotado!</p>
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