Já eternizado por seu trabalho a décadas, desde os tempos que o primeiro satélites de comunicação geo-estacionário entrou em órbita, a morte de Artur C. Clarke me fez romper o estado de ostracismo que eu estava com meu blog. Um dos grandes ídolos da ficção cientítica, considerado um dos grandes gênios da humanidade, ele foi um dos grandes autores e sua clássica máxima “a vida é como uma nova órbita em torno do sol” sempre me marcou, tanto que era frase que eu tinha no header de meu primeiro e esquecido blog.
Quando li “Sentinela” fiquei maravilhado e isto me fez mergulhar na ficção científica e após ler Monalisa Overdrive e Neuromancer do William Gibson, resolvi fazer uma maratona A.C.Clarke e percebi o quanto Songs of Distant Earth, Rendezvous with Rama, Childhood’s End, The City and the Stars eram obras valiosas para todos os entusiastas de tecnologia e para o mundo, pois são estes entusiastas os responsáveis pela criação e desenvolvimentos das maravilhas tecnológicas do mundo.
Isaac Asimov, William Gibson e Bruce Sterling foram extremamente importantes para minha formação, mas Arthur C. Clark e Phillip K. Dick sempre me impressionaram com sua capacidade de escrever textos com emoções e especialmente Clark me fascinou pela clareza de seus textos e por sua apurada veia cientítifica, tão boa quanto a do Asimov porém com uma aurea mais “transcendental”
E neste dia 19/03/2008 Clarke partiu, penso eu que finalmente ele tevve seu encontro com os seres extraterrestres, não aqueles que ele imaginava mas com aqueleses que só o conhecemos quando partimos deste plano terrestre.
Agora é aguardar do filme de David Fincher baseado no “Rendezvous with Rama” com participação do veterano Morgan Freeman.